O Facebook, uma das mais populares mídias sociais com bilhões de usuários ao redor do mundo, acaba de ser atingido por uma ação civil judicial.
domingo, 2 de março de 2014
Facebook atingido por ação judicial: Será o fim desse gigante das mídias sociais?
Deu nos EUA.
O Facebook, uma das mais populares mídias sociais com bilhões de usuários ao redor do mundo, acaba de ser atingido por uma ação civil judicial.
O Facebook, uma das mais populares mídias sociais com bilhões de usuários ao redor do mundo, acaba de ser atingido por uma ação civil judicial.
De acordo com o FT - Financial Times o motivo da medida judicial seria a sistemática busca que o Facebook faz no conteúdo das mensagens privadas postadas pelos usuários, para poder vender os dados para terceiros como anunciantes.
Todo o modelo de negócios do Facebook é baseado no monitoramento de tudo aquilo que seus usuários escrevem, indicam que gostam (like) e publicam, para poder vender essa informação para outras empresas.
Em princípio, não tem nada de errado no fato do Facebook usar nossos dados para fins comerciais. Afinal, o serviço é grátis e o Facebook precisa ganhar dinheiro de algum modo.
No entanto, a grande preocupação que todos temos é com a falta de transparência com a atividade de garimpagem de nossos dados feita pelo Facebook.
O Facebook tem sido criticado frequentemente por essa falta de transparência, mas agora dois usuários acharam que o Facebook foi longe demais. Matthew Campbell do Arkansas e Michael Hurley do Oregon entraram com uma ação civil pública em nome dos demais 166 milhões de usuários nos EUA.
A acusação é que o Facebook está violando a “Lei de Privacidade das Comunicações Eletrônicas” (Electronic Communications Privacy Act) quando rastreia e explora o conteúdo de mensagens privadas enviadas através da plataforma do Facebook, sem o consentimento prévio dos usuários.
O ponto aqui é que mensagens “privadas” são encaradas por muitos usuários exatamente dessa forma: privadas!
O Facebook, acusam os autores da ação, identifica os links de sites (URLs) contidos nas mensagens privadas e depois pesquisa esses sites para conhecer o perfil dos usuários.
Na acusação, Campbell e Hurley argumentam que: “Ao sinalizar aos usuários que o conteúdo das mensagens enviadas via Facebook é “privado” cria para o Facebook uma oportunidade tremendamente lucrativa, porque os usuários que acreditam estar se comunicando através de um serviço livre de vigilância são mais propensos a revelar fatos sobre si mesmos que jamais revelariam se soubessem que o conteúdo de suas mensagens está sendo monitorado” .
Um porta-voz do Faceboomk declarou ao Bloomberg que a acusação não tem mérito e que irão se defender vigorosamente. Claro que diriam isso.
O problema para o Facebook é achar o equilíbrio entre a oferta de um serviço aos clientes através de uma plataforma grátis de mídia social e o outro lado, obter retorno para os acionistas, especialmente lucro originado pela venda de dados e anúncios.
Respondendo a pergunta do título desse artigo: Não, a ação civil pública não será o fim do Facebook. Não obstante, trará à discussão a necessidade de maior transparência sobre a forma de utilização de nossos dados.
Todos nós temos a impressão de que o Facebook – assim como outras companhias incluindo o Google – tentam esconder a garimpagem e as atividades de análise que fazem em nossos dados, por meio de seus longos “Termos e Condições” com os quais a maioria das pessoas assina concordando e raramente lê até o final ou sequer entende com o que está concordando.
Talvez uma simples opção de “serviço pago” e “serviço gratuito” seria uma boa saída. O que você acha? Você se sente incomodado com o Facebook explorando suas informações pessoais? Você pagaria por um serviço que garantisse sua privacidade?
Grande abraço,
Eder.
Fonte: Adaptado do artigo “Facebook Hit With Lawsuit: Could This Spell The End Of The Social Giant?”, escrito por Bernanrd Marr.
Crédito de Imagem: Shutterstock
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quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
Pipoca e divulgação de planos de previdência não combinam.
Deu em Berlim, Alemanha.
Um estudo da Cologne University,
na Alemanha, mostrou que o simples ato de mastigar torna as pessoas imunes aos
efeitos persuasivos das propagandas.
Comer pipoca no cinema, portanto, pode irritar não somente os demais
espectadores, mas também os profissionais de marketing.
A razão dos nomes das marcas ficarem “impressos” em nossos cérebros é porque
nossos lábios e língua simulam automaticamente a pronúncia de um novo nome na primeira
vez que o ouvimos.
E toda vez que reencontramos aquela marca, posteriormente, nossa boca subconscientemente
pratica a pronúncia daquele nome repetidamente.
No entanto, de acordo com o estudo publicado no Journal of Consumer Psychology, esse “discurso
interior” pode ser perturbado pela mastigação, tornando inócuo o efeito da
repetição.
No estudo os pesquisadores convidaram um grupo de 96 pessoas para assistirem
a um filme no cinema, precedido de uma série de comerciais.
Metade dos convidados ganhava pipoca grátis ao longo da sessão, enquanto
a outra metade recebia um pequeno cubo de açúcar que imediatamente se dissolvia
em suas bocas.
No final da sessão um teste mostrou que os comerciais não haviam surtido
nenhum efeito sobre os espectadores que mastigaram pipoca durante o filme,
enquanto os outros participantes apresentaram respostas psicológicas positivas
aos produtos apresentados nos comerciais.
“A atividade mundana de comer pipoca torna os espectadores imunes aos
efeitos persuasivos dos anúncios”, disse Sascha Topolinski, uma das
pesquisadoras.
Se sua empresa for apresentar um novo plano de previdência complementar
aos empregados ou promover uma alteração positiva feita no desenho de um
programa já existente, evite que a plateia tenha acesso a balas, doces e pipoca!
Do contrário, toda aquela $$$ investida no marketing da comunicação, irá pelo ralo....
Do contrário, toda aquela $$$ investida no marketing da comunicação, irá pelo ralo....
Forte abraço,
Eder.
Fonte: Adaptado do artigo “Eating popcorn in
the cinema makes people immune to advertising”, escrito por Philip Oltermann ara o “The Guardian”.
Crédito de Imagem: Getty Images/ Foodcollection
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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Entrevista no II Seminário de Integração dos Órgãos Superiores de Gestão na Governança do Fundo de Pensão
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terça-feira, 3 de setembro de 2013
Entrevista no III EGPC - Evento Gama de Previdência Complementar
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