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quinta-feira, 9 de maio de 2019

Quatro palavras que podem dobrar a chance de você conseguir o que está pedindo. Meu pedido para você: poupe para a aposentadoria ...




De São Paulo, SP

Nunca é fácil quando você tem que pedir a uma pessoa para fazer alguma coisa para você.
Mas existe uma maneira para aumentar suas chances de obter o que quer. Tudo que você tem a fazer é se lembrar dessas quatro palavrinhas mágicas:
“Não se sinta obrigado”.
É simples, surpreendentemente eficaz e cientificamente comprovado. Memorize essas palavras, elas podem dobrar seu poder de persuasão.
Em Inglês, essas palavras são “but you are free” (BYAF) e a técnica funciona assim: você tem um pedido para fazer para alguém. Então, depois do pedido você coloca o “não se sinta obrigado” ou “sinta-se à vontade para recusar”.
Porque isso funciona?
Em 2013, um acadêmico da área de comunicação chamado Christopher Carpenter, publicou no Journal of Comunication Studies um artigo sobre a técnica do BYAF.
No artigo, Christopher descreve o primeiro experimento feito no ano 2000 pelos pesquisadores franceses Nicholas Guéguen e Alexandre Pascual, em que essa técnica foi aplicada.
Um dos pesquisadores abordou pessoas andando sozinhas em um shopping center na França. No grupo de controle, o pesquisador fez um pedido simples e direto para o desconhecido:
- Com licença Senhor(a), teria algumas moedas para eu poder pegar o ônibus, por favor?  
No outro grupo, de teste experimental, o pesquisador acrescentou ao final:
- ... mas você é livre para aceitar ou recusar meu pedido.
As pessoas sob condição de teste experimental se mostram substancialmente mais inclinadas a atender o pedido feito pelo pesquisador.
Tem mais, aqueles que doaram as moedas no grupo experimental, doaram duas vezes mais do que as pessoas do grupo de controle.
Christopher explicou que a técnica BYAF funciona muito bem porque suaviza a percepção do interlocutor de que sua capacidade de dizer “não” lhe está sendo subtraída.
Em outras palavras, seu pedido é acompanhado da possibilidade da pessoa se sentir desobrigada a realiza-lo, tira fortemente a pressão do seu interlocutor.
Apesar da pesquisa original ter sido feita na França, a troca para outro idioma não tem nenhuma influência no resultado.
As palavras exatas usadas na frase não têm muita importância. Guéguen e Pascual também testaram a frase: "obviamente você não precisa se sentir obrigado” e descobriram que elas são tão eficazes quanto as da frase original.
Ou seja, de acordo com a meta-analise, o fator mais consistentemente importante que emergiu nos resultados foi a importância de se reconhecer a liberdade do interlocutor em dizer “não”.
Portanto, aqui vai meu pedido: poupe para a aposentadoria, mas não se sinta obrigado viu!
Grande abraço,
Eder

Fonte: Adaptado do artigo “These 4 Words Can Double Your Chances of Getting What You Want”, escrito por Joanie Faletto.
Crédito de Imagem: https://cdn.shortpixel.ai/client/q_lossless,ret_img,w_425/https://clubatbocapointe.com/wp-content/uploads/2017/04/Not-Mandatory-280px.png


domingo, 28 de abril de 2019

Porque ajustamos a resposta para se encaixar naquilo que buscamos: pense que precisa poupar mais para aposentadoria


De São Paulo, SP

Sob diversos aspectos a vida hoje é muito melhor do que era um século atrás, a humanidade tem evoluído dramaticamente
Vivemos com boa saúde até idades mais avançadas, há menos pessoas vivendo abaixo da linha de pobreza e graças à saúde pública quase não morremos mais de doenças infectocontagiosas
Claro que ainda existem inúmeros problemas a resolver e precisamos melhorar cada vez mais em áreas em que já avançamos bastante.
A maioria das pessoas, porém, discute e argumenta com uma visão negativa da vida, como se o mundo fosse terminar amanhã. Não parecemos felizes nesse mundo de relativa abundância.
As preocupações atuais recaem sob o fim da vida na terra por causa das mudanças climáticas, os robôs tomando conta dos nossos empregos e nossa incapacidade de acompanhar o ritmo das novas tecnologias.
Um grupo de cientistas pode ter encontrado uma explicação para essa visão negativa que muitos carregam das coisas à sua volta.

Eles chamaram isso de “mudança conceitual induzida-pela-prevalência”.

“Quando parte de um conceito se torna menos prevalente, o conceito pode se expandir para que inclua outras partes, que anteriormente excluía, mascarando assim a magnitude de seu próprio declínio”.

Explicando: quando estamos procurando algo, por exemplo, um mal comportamento e aquilo que consideramos mal comportamento diminui, nós expandimos nosso conceito para incluir o que antes quase não considerávamos mal comportamento. Ou seja, expandimos a régua daquilo que classificamos como “mal”.

Os pesquisadores realizaram vários testes, nos quais os participantes tinham que classificar o que consideravam pontos de cor azul dentre uma série de pontos cuja cor variava do tom “muito azul” para “muito roxo”.

Depois de algumas rodadas do experimento, os cientistas reduziram a quantidade de pontos de tonalidade azul e os participantes reagiram selecionando como pontos azuis aqueles que antes consideravam roxo – a definição da categoria “azul” se expandia na medida que diminuía a quantidade de pontos azuis na amostra.

Em outro teste, os pesquisadores se depararam com efeito semelhante quando os participantes tiveram que identificar rostos agressivos de um grupo de faces humanas que variavam de “muito agressiva” para “não muito agressiva”. O mesmo foi verificado, ainda, em uma bateria de testes separando propostas de pesquisas consideradas antiéticas de propostas de pesquisas éticas.

No teste dos pontos azuis, quando aumentou o número de pontos azuis ao invés de diminuir, o resultado foi o inverso – pontos que anteriormente foram considerados azuis, repentinamente passaram a ser desconsiderados.

O mais impressionante é que esse efeito continuou acontecendo mesmo quando as pessoas foram alertadas que estavam agindo assim e mesmo quando as pessoas foram pagas para não cair nessa armadilha.

Esses experimentos parecem provar que somos incapazes de adotar conceitos rígidos e somos suscetíveis a idas e vindas.

No entanto, deve ser notado que esse efeito ocorre quando as pessoas estão procurando por partes de um conceito – a categoria azul se expandiu quando as pessoas procuravam pontos azuis, faces neutras se tornaram ameaçadoras quando a missão das pessoas era procurar rostos ameaçadores.

Em circunstancias normais, nas quais as pessoas não estão procurando ativamente rotular certas coisas, elas não são suscetíveis às mesmas mudanças de conceito.

Se eu permanecer indiferente a atos de agressão ou de gentileza dirigidos à mim, ainda que mude a frequência de qualquer desses dois atos, será mais provável que eu reconheça essa mudança ou eu tenderei a mudar minha definição?

Será que algum dia vou considerar um sorriso amistoso como um ato de agressão? É bem provável que exista um limite para o alcance dessa mudança de conceito

Talvez alguns pontos roxos se tornem azuis, mas será que jamais vamos rotular um ponto vermelho como sendo azul? Claramente existe um limite para as categorias que se expandem. Eu pelo menos espero que exista, porque sempre há um monte de pessoas procurando o que quer que “mal” signifique para elas.

“Quando bananas amarelas se tornam menos prevalentes, o conceito de ‘maduras’ de um consumidor se expande e passa a incluir as bananas pintadas (passando do ponto de maduras), mas quando crimes violentos se tornam menos comuns, o conceito que um policial tem de ‘agressão’ não se expande para incluir atravessar a rua fora da faixa”.

Ainda que o mundo esteja se tornando melhor, parece que não somos tão inclinados a notar essa mudança. Quando os elementos negativos são reduzidos, tendemos a encontrar negatividade em elementos que antes não considerávamos negativos. Se estamos atentos às coisas boas e elas aumentam em quantidade, nossa definição do que é bom pode se reduzir para excluir exemplos do que anteriormente considerávamos bom.

Essa, claro, é a direção que gostaríamos de ver o mundo caminhar, mas seria legal se fossemos mais conscientes daquilo que já conseguimos realizar ao longo do caminho.

Então, vamos tratar como exceção a poupança para a aposentadoria, poupar nunca vai ser demais, continue poupando!


Grande abraço,
Eder.


Fonte: Adaptado do artigo “The Psychology of Finding What You’re Looking For”, escrito por Sam Brinson.

Crédito de Imagem: https://www.coloradomesa.edu/social-behavioral-sciences/degrees/psychology/index.html


sábado, 30 de março de 2019

A fonte que ajuda você a lembrar o que leu e a mensagem que você nunca deve esquecer



De São Paulo, SP

Um psicólogo, um designer e um economista comportamental entram em um laboratório. O que acontece quando eles saem?

Não, não é uma daquelas piadas que começam assim, onde só mudam os personagens e sempre terminam em gargalhadas.

Porém, o final também é divertido, além de instrutivo e instigante!

A reunião dessa equipe multifuncional aconteceu no Instituto Real de Tecnologia de Melbourne (RMIT University), uma universidade da Austrália.

O resultado foi o desenvolvimento de um tipo de letra que faz você lembrar mais aquilo que lê.

O nome que eles deram para a fonte foi:


Essa nova fonte foi cientificamente desenhada para ser difícil de ler, as letras se inclinam para a esquerda e falta grandes nacos de cada uma.

Usando princípios de psicologia e técnicas de desenho tipográfico, a fonte cria uma condição neurológica conhecida por “dificuldade desejável”.

Dificuldade desejável é a obstrução de um processo de aprendizado, que para ser concluído requer um considerável, mas desejável, nível de esforço.

Consequentemente, melhora (no caso da Sans Forgetica) a retenção e a recordação da informação.

Diferentemente das fontes convencionais, o visual distinto da Sans Forgetica leva os leitores a se deterem por um período maior em cada palavra.

Isso fornece ao cérebro mais tempo para se engajar, permitindo um processamento cognitivo mais profundo da informação, o que aumenta a retenção das mensagens.

Segundo Stephen Banham, Professor de Tipografia da RMIT e um tipógrafo de renome mundial, que liderou o desenho da Sans Forgetica:

“... esse tipo de letra prega uma pequena peça na mente, que fica confusa e tenta instantaneamente resolver o problema, a mente procura tornar mais claro as formas, os círculos, as diagonais etc. Isso diminui a velocidade de processamento da leitura no nosso cérebro e força você a pensar sobre aquilo que está lendo".

Esse esforço adicional é um boom para a memória. O benefício desse esforço que fazemos à mais é o mesmo que resulta do conceito da dificuldade desejável.

Por isso que aprendemos melhor quando escrevemos e falamos ativamente, do que quando apenas lemos ou ouvimos de forma passiva.      

As fontes que são familiares são fáceis de ler, mas igualmente fáceis de esquecer. A Sans Forgetica não é fácil, mas também não é tão difícil. Fica no meio do caminho, se por um lado é legível, por outro nos faz pensar duas vezes para extrair a informação. 

“A Sans Forgetica fica no ponto ideal onde foi acrescentada dificuldade apenas o suficiente para criar aquela retenção na memória” — comenta Janneke Blijlevens do Laboratório de Negócios Comportamentais da RMIT.

A fonte foi testada com cerca de 400 estudantes da universidade e o nível de retenção atingiu 57%, ultrapassando o nível de retenção de outras fontes como Arial que chegou em torno de 50%. 

Benefício à parte, os criadores da nova fonte não recomendam que você exagere, alertando que tudo que você conseguirá se tentar escrever um romance com a Sans Forgetica, provavelmente, será uma enorme enxaqueca.

A nova fonte é eficaz porque é difícil de ler e difícil porque não é familiar — melhor usar com moderação, apenas para ressaltar trechos importantes do texto, ao invés de usar no conjunto integral do trabalho.  

Através desse link, você pode baixar a nova fonte e usar gratuitamente nos seus próprios projetos: https://www.sansforgetica.rmit/

Com a ajuda da Sans Forgetica deixo aqui minha maior mensagem para todos vocês:



Grande abraço,
Eder.


Fonte: Adaptado do artigo “The Font That Helps You Remember”, escrito por Sam Brinson

Crédito de Imagem: www.sambrinson.com/sans-forgetica/

sexta-feira, 18 de maio de 2018

Respostas ao menor teste de QI do mundo!





De São Paulo, SP. 

Se você não chegou a ler o post no qual comentamos sobre o menor teste de QI do mundo, seguem as três questões e as respectivas respostas do teste em que 50% dos estudantes de Harvard erram ao responder. 
Para aqueles que entendem inglês, assistam ao vídeo abaixo (desculpem, mas não tem legendas para aqueles que não conseguem acompanhar o inglês). 

Aqui estão todas as três questões do teste de QI e o gabarito das respostas:

1. O problema da bola e do taco 
Pergunta: Um taco e uma bola custam juntos R$ 1,10. O taco custa R$1,00 a mais que a bola. Quanto custa a bola?

Resposta: A bola custa 5 centavos. Você, provavelmente, respondeu 10 centavos, não foi? Tudo bem. Uma bola que custa 5 centavos mais um taco que custa R$ 1,05 levarão ao total de R$ 1,10. Note que R$ 1,05 é exatamente R$ 1,00 mais caro que os 5 centavos. Um estudo da Universidade de Princeton descobriu que as pessoas que responderam 10 centavos eram significativamente menos pacientes do que aquelas que acertaram a resposta. 

2. O problema da máquina que faz ferramentas 
Pergunta: Se 5 máquinas levam 5 minutos para fazer 5 ferramentas, quanto tempo levam 100 máquinas para fazer 100 ferramentas?
Resposta: Seriam necessários 5 minutos para 100 máquinas fazerem 100 ferramentas. Sua intuição pode leva-lo a achar que a resposta é 100 minutos. Olhando a pergunta com mais cuidado você notará que o aumento na quantidade de máquinas é o mesmo aumento na quantidade de ferramentas, portanto, o tempo fica o mesmo. 

3. O problema das Vitórias-Régias 
Pergunta: Um lago tem uma parte coberta por Vitórias-Régias. A cada dia as Vitórias-Régias dobram de tamanho. Se demora 48 dias para elas cobrirem o lago inteiro, quanto tempo levaria para cobrirem a metade do lago?
Resposta: As Vitórias-Régias cobririam metade do lago em 47 dias. Talvez você tenha respondido 24  dias porque é intuitivo dividir por dois o número de dias já que estamos dividindo pela metade a área do lago. Porém, se a área do lago coberta por Vitórias-Régias dobra a cada dia, levaria apenas um dia a mais para passar da metade do lago coberta para o lago inteiro coberto. Tire um dia de 48 dias e você chega a 47.
* * * * *
Pronto, não deixe de fazer aquela contribuição adicional para o plano de previdência complementar da sua empresa ou para seu plano individual se você errou ao menos uma das respostas.
Mas se você acertou todas as respostas, faça a mesma coisa para comemorar!

Grande abraço,
Eder.

terça-feira, 8 de maio de 2018

Se você não passar no menor teste de QI do mundo – com apenas três perguntas – faça contribuição para um plano de previdência complementar, combinado? Se passar, provavelmente já fez!



De São Paulo, SP.


Fazer um Teste de QI não precisa ser igual a enfrentar a maratona de perguntas que é passar por um exame de vestibular. O teste considerado o menor Teste de QI do mundo tem ao todo três perguntas. Sim, você pode fazer esse teste agora mesmo e já ir se gabar com seus amigos em menos de 30 minutos.


Perguntas Que Pregam Peça 

O Teste de QI com três perguntas é baseado no Teste de Reflexo Cognitivo - TRC (The Cognitive Reflection Test - CRT) e foi desenvolvido nos EUA pelo psicólogo Shane Frederick em 2005.

Em um trabalho publicado no “The Journal of Economic Perspectives”, Frederick nos explica que selecionou as três perguntas para desenvolver o TRC porque descobriu que todas elas induziam as pessoas a responderem impulsivamente e de forma errada.

Ou seja, as perguntas tornavam mais fácil para as pessoas tirarem conclusões rápidas ao invés de analisarem mais detidamente as questões, aparentemente simples de um mini-teste.

Essa espécie de armadilha mental por trás do TRC faz com que poucas pessoas consigam acertar na mosca cada uma das três perguntas.

Em janeiro de 2003 o TRC foi aplicado em 3.428 pessoas, em 35 sessões distintas, ao longo de um período de 26 meses. Durante o experimento, somente 17% dos estudantes das melhores universidades do mundo (como Yale e Harvard) conseguiram “gabaritar”, ou seja, acertar todas as questões do TRC.

Tendo por base àquela experiência de 26 meses, Frederick apresentou o TRC para o mundo em 2005. Esse pequeno teste foi desenhado para aferir a capacidade das pessoas ignorarem seus próprios instintos, que as induz a responderem impulsivamente, para pensarem e responderem mais racionalmente. 

Aqui estão todas as três questões do teste de QI

1. O problema da bola e do taco 
Um taco e uma bola custam juntos R$ 1,10. O taco custa R$1,00 a mais que a bola. Quanto custa a bola? 

2. O problema da máquina que faz ferramentas 
Se 5 máquinas levam 5 minutos para fazer 5 ferramentas, quanto tempo levam 100 máquinas para fazer 100 ferramentas? 

3. O problema das Vitórias-Régias 
Um lago tem uma parte coberta por Vitórias-Régias. A cada dia as Vitórias-Régias dobram de tamanho. Se demora 48 dias para elas cobrirem o lago inteiro, quanto tempo levaria para cobrirem a metade do lago?

Para saber as respostas corretas desse pequeno teste em que 50% dos estudantes de Harvard não respondem corretamente ... aguarde o próximo post no qual publicarei o gabarito.

Lembre-se do nosso acordo: se não acertar todas as três questões, você fará uma contribuição adicional para o plano de previdência complementar da sua empresa ou para seu plano individual.

Grande abraço. 
Eder.


Fonte: Adaptado do artigo “The World’s Shortest   IQ Test is Only Three Questions”, escrito por Joanie Faletto
Crédito de Imagem:   https://cdn-images-1.medium.com

sexta-feira, 20 de abril de 2018

De acordo com a ciência, essas são as idades em que você é o melhor em tudo, mas seja qual for sua idade, poupe para seu futuro


De São Paulo, SP.


Na medida em que envelhecemos é fácil achar que nossos melhores anos ficaram para trás. Não se engane! Para certas habilidades – obviamente – isso é verdade. Porém, ao vermos os anos passarem, também há motivos para se animar.

A cada ano você vai ficando mais perto do seu pico de felicidade, de habilidade matemática ou de satisfação com seu corpo. Alegre-se!

Hi, I ‘m seven years old!

As pessoas passam por vários “picos” ao longo da vida. O primeiro começa do 2º ano do ensino básico, quando a habilidade de aprender línguas parece decolar. É muito mais fácil para uma criança aprender uma língua do que para os adultos. A habilidade de aprender uma nova língua atinge o pico aos sete anos de idade e para a maioria das pessoas esse pico acontece sempre antes da puberdade.

Pelo menos para os americanos, a idade em que a chance de morrer é menor ocorre aos 9 anos. De cada 10.000 crianças com nove anos de idade, 9.998 chegarão aos 10 anos.

As mulheres são maios atraentes para os homens aos 22 anos de idade. Um dos fundadores de um site de namoros chamado “Okcupid” citou estatísticas mostrando que a preferencia dos homens pelas mulheres na faixa de 20 anos parece se manter constante mesmo quando envelhecem.

De acordo com um estudo feito em 2010, a habilidade de aprender — e de lembrar — novos nomes, atinge o pico aos 22 anos. Infelizmente, no entanto, nossa habilidade de lembrar o rosto das pessoas não coincide com a lembrança dos seus nomes. Mais uma década vai ter passado antes que você atinja seu pico nessa habilidade: as pessoas mais se lembram do rosto dos outros aos 32 anos.

A força física atinge o pico aos 25 anos e seus músculos praticamente mantem essa força nos 10 a 15 anos seguintes
 
Cavalheiros e Damas


Na maioria dos casos, as idades em que atingimos os picos não dependem do gênero, sendo a mesma para homens e mulheres. Não obstante, a idade na qual você atingirá seu maior salário tem uma discrepância de gênero relativamente grande — as mulheres chegam ao salário pico na idade de 39 enquanto para os homens isso acontece aos 48. Ambos os sexos alcançam o pico de sua capacidade aritmética aos 50 anos.

Um ano depois, aos 51 de idade, é quando as pessoas são melhores para entender as emoções dos outros. O pico do vocabulário acontece aos 69 anos de idade, o pico da satisfação com o corpo aos 74 e por ultimo na linha do tempo, está o pico psicológico do bem estar, atingido quando chegamos aos 82 anos de idade (adolescentes, morram de inveja!).

A auto estima dos homens atinge o pico nos primeiros anos da 80ª década enquanto a das mulheres continua a aumentar além dos 85 anos de idade.

Existe uma qualidade que atinge o pico duas vezes ao longo de nossa existência, essa qualidade é a satisfação com a vida em geral. Uma pesquisa descobriu que esse pico acontece quando temos 23 anos de idade e volta a ocorrer na idade de 69 anos. Portanto, tenha isso em mente.

Um estudo feito na Alemanha com 23.000 pessoas mostrou que pessoas com 23 anos de idade pareciam particularmente felizes e satisfeitas com suas vidas.

Agora, se você quiser ter uma aposentadoria tranquila, procure atingir todo ano o pico de sua poupança para o futuro. Você não terá uma segunda chance nesse caso.
 
Veja um resumo disso tudo no vídeo abaixo.
 
 
Abraço,
Eder.
 
 
Fonte: Adaptado do artigo “These Are The Ages You Peak at Everything, According to Science “, escrito por Joanie Faletto.
 
Crédito de imagem: www.psicologiamsn.com


  


 
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