sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Antes de divulgar o plano de previdência complementar da sua empresa para os novos empregados, sirva um cafezinho…
De São Paulo, SP.
Noventa e sete por cento dos brasileiros consome café diariamente, segundo o Diretor Executivo da ABIC – Associação Brasileira da Indústria de Café, Nathan Herzkowicz. Nos EUA e Inglaterra 80% dos adultos são consumidores moderados de cafeína.
De todos os efeitos que a cafeína causa sobre nossas mentes, como aumento do estado de atenção, vigília e cognição, talvez o menos conhecido seja a tendência de nos tornar mais suscetíveis a persuasão.
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Previdência Complementar
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
1a Recomendação para o próximo presidente: Evite as injustiças se tiver que aumentar a idade minima de aposentadoria do INSS
De São Paulo, SP.
Qualquer discussão hoje no mundo sobre como concertar os Sistemas Oficiais de Previdência, acaba terminando no aumento da idade mínima de aposentadoria.
Um observador atento já teria precebido que esse problema requer soluções mais criativas do que esticar a idade de aposentadoria, achatar os benefícios – corrigindo-os abaixo da variação do custo de vida - usar artifícios de cálculo (ex.: fator previdenciário) para reduzir o valor da renda ou aumentar os impostos.
Mas vamos lá, enquanto não muda o paradigma é preciso tomar alguns cuidados nas soluções paliativas como o aumento da idade minima de aposentadoria.
E um cuidado imediato se volta para os trabalhadores que são mais demandados fisicamente em seus trabalhos, que podem simplesmente não conseguir continuar trabalhando por mais tempo do que atualmente.
Talvez muitos não se tenham dado conta, mas avança por gerações a transição de uma sociedade industrial, na qual o trabalho era consequência de um esforço físico, para uma sociedade do conhecimento, onde o trabalho é mais intelectual.
Ao longo desse caminho, ainda persiste uma força de trabalho cuja produção é medida em número de horas e que se desgasta fisicamente com a atividade laborativa.
Alguns números básicos chamam a atenção e chego a me surpreender pela pouca repercussão que esse assunto tem merecido: os trabalhadores que exercem atividades fisicamente demandantes, normalmente, começam a vida laborativa mais cedo do que seus pares de mesma idade e cujas tarefas são menos intensivas fisicamente.
Se você for direto do ensino médio para o mercado de trabalho (e olha que no Brasil muitos saem da escola até antes disso para trabalhar) estará saindo pelo menos 4 anos na frente daqueles que terminam um curso universitário antes de começar suas carreiras em tempo integral.
Sem entrar no mérito das demandas físicas das diferentes carreiras, uma pessoa de 62 anos de idade que começou a trabalhar aos 18, terá pagado o INSS por 44 anos enquanto uma pessoa com idade de 60 anos e educação universitária terá trabalhado e contribuido ao INSS por 38 anos ou menos.
Seria justo pedir às pessoas do primeiro grupo que pagassem por mais tempo para a previdência social, antes de terem direito a receber seus benefícios?
Por outro lado, os trabalhadores do primeiro grupo – provavelmente - recolhem menos impostos sobre a folha de salários do que seus colegas com melhor nível de educação. Enquanto os impostos sobre a folha de salários são famosos por sua regressividade, os benefícios da previdência social são, em média, progressivos.
Fico imaginando se o conceito de progressividade, “em média”, compensa de alguma forma o indivíduo que passa toda uma vida trabalhando duro, se aposenta com o corpo todo quebrado e aproveita um curto período de aposentadoria antes de morrer….
Forte abraço,
Eder.
Fonte: Adaptado do artigo “Working Harder, Working Longer” de David Harrell, publicado no Morningstar Advisor
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Previdência Complementar
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Grátis! Mas a que preço? Não escolha seu plano de previdência com base apenas nas taxas de administração.
De São Paulo, SP.
Se existe um preço mágico, que não avaliamos da mesma maneira que avaliamos os demais preços, que nos faz ficar loucos de desejo, que nos leva a agir de forma estranha e que mexe com a nossa cabeça, esse preço é ..... o GRÁTIS!
Nós adoramos qualquer coisa “grátis” porque nos faz sentir bem e não há qualquer desvantagem em escolhê-la. Mas algumas vezes o “grátis” pode nos levar a tomar decisões ruins e irracionais.
Imagine que você está numa livraria procurando um daqueles “vale-presente”. Qual dessas duas alternativas você escolheria (tente decidir rapidamente)
• Um vale-presente de R$ 10 que pode ser adquirido GRÁTIS!
• Um vale-presente de R$ 20 que custa R$ 7
Caso sua decisão seja, instintivamente, igual aquela adotada por absolutamente todos os voluntários de uma pesquisa conduzida em 2006 por Shampan'er e Dan Ariely, você escolherá a opção GRÁTIS.
Se existe um preço mágico, que não avaliamos da mesma maneira que avaliamos os demais preços, que nos faz ficar loucos de desejo, que nos leva a agir de forma estranha e que mexe com a nossa cabeça, esse preço é ..... o GRÁTIS!
Nós adoramos qualquer coisa “grátis” porque nos faz sentir bem e não há qualquer desvantagem em escolhê-la. Mas algumas vezes o “grátis” pode nos levar a tomar decisões ruins e irracionais.
Imagine que você está numa livraria procurando um daqueles “vale-presente”. Qual dessas duas alternativas você escolheria (tente decidir rapidamente)
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Caso sua decisão seja, instintivamente, igual aquela adotada por absolutamente todos os voluntários de uma pesquisa conduzida em 2006 por Shampan'er e Dan Ariely, você escolherá a opção GRÁTIS.
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Previdência Complementar
domingo, 21 de novembro de 2010
É bom pensar, mas não pensar demais, dizem os cientistas. Então, pense apenas o suficiente para fazer um plano de aposentadoria
Deu em Londres, Inglaterra.
Pessoas que pensam demais sobre suas decisões, por exemplo, se tomaram ou não a decisão certa, possuem maior quantidade de células cerebrais numa região do cérebro conhecida por lobo frontal.
Foi isso que cientistas ingleses descobriram quando analisaram como varia o tamanho do lobo frontal em função do quanto as pessoas pensam sobre suas decisões.
O estudo, conduzido pela equipe da qual faz parte Stephen Fleming - da University College London (UCL) - mostrou que as pessoas que pensam demais sobre a vida tem memórias piores e também podem ter depressão.
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