Baixei hoje. Trata-se de um "projeto" - eufemismo usado pela comunidade crypto para se referir as empresas dessa nova era - que permite às pessoas físicas usarem suas cryptomedas para pagamento por produtos e serviços e para os comerciantes e prestadores de serviços aceitarem as mesmas.
Tudo 24 x 7, em nível global, sem precisar de conta em bancos, sem necessitar de cartões de credito ou de debito, nem mesmo do "dinheiro tradicional".
Se voce está "mais por fora que bunda de índio", comece a se informar sobre a cryptoeconomia porque ela não tem volta. Não há mais duvida, o futuro do dinheiro já chegou e chegou para ficar.
Link: CoinPayments ou https://www.coinpayments.net
Em um post que publiquei aqui menos de 6 meses atrás, citei previsão de que em 8 anos a maioria dos países teria sua moeda digital. Eu errei! Isso acontecerá em menos de 2 anos. O BACEN estimou que teremos o "real digital" até 2022. Os bancos centrais mundo afora enxergam o CDDC - suas moedas digitais – como uma ferramenta monetária para assegurar o controle nacional sobre uma nova infraestrutura de pagamentos digitais, basicamente uma alternativa oficial às cryptomoedas, que são essencialmente um sistema monetário privado, descentralizado, que não requer autorização de ninguém para funcionar e no qual a propriedade é livre de controles (para o bem e para o mal).
POR QUE ISSO É IMPORTANTE:
Os bancos centrais ainda não perceberam, mas afinal, por que os consumidores deveriam usar as moedas digitais oficiais? Um dinheiro monitorado pelo estado, que vai tirar a privacidade das pessoas e fornecer alternativas ruins para investimentos (baixos retornos)? Enquanto a esmagadora maioria dos críticos dessa nova economia se apega aos riscos de um sistema financeiro nascente, sem sequer entender a tecnologia subjacente a ele, soluções como “stacking”, “liquidity pool”, “savings” etc. vão atraindo recursos e pavimentando o caminho em direção ao futuro do dinheiro, seja para consumo ou para segurança financeira de longo prazo (ainda falta um termo para substituir “previdência complementar”).
CONCLUSÃO:
Uma nova era vai se descortinando bem debaixo dos nossos narizes.
O nível de serotonina, dopamina, corticol etc., os neurotransmissores, tem um grande impacto em nosso cérebro e sua variação ao longo do dia, tem uma enorme influência na natureza de nossas decisões. De modo geral é melhor tomar decisões pela manhã, quando os níveis naturais de serotonina (que nos deixa calmos) estarão normais, portanto, mais altos e de dopamina (nos deixa excitados) mais baixos. De manhã você tende a ser mais ousado, sentir menos medo, tomar mais risco. Com o passar do dia, os níveis de serotonina vão declinado e à tarde você estará menos calmo e mais avesso ao risco. A tarde você vai ser tragado pelo viés do “status quo” que se manifesta pela indecisão e tenderá a postergar questões difíceis, principalmente as mais complexas e importantes.
POR QUE ISSO É IMPORTANTE:
O sono profundo, chamado de sono das ondas lentas, faz os níveis de serotonina, dopamina etc., voltarem ao normal. Quando você dorme mal, os neurotransmissores não voltam aos níveis normais, você acorda com baixos níveis de serotonina e suas decisões são dominadas pelo medo. Exercício físico ajuda, porque além de liberar endorfina no corpo, o que nos faz sentir bem, mantem altos os níveis de serotonina e endorfina. Proteína no café da manha também, porque fornecem uma carga extra de serotonina no meio do dia, quando os níveis estão e queda.
CONCLUSÃO:
Você pensou que neuromarketing ensina apenas a aumentar as vendas né!?!
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Mestre em Administração Profissional pela EAESP/FGV, Bacharel em Ciências Atuariais pela UFRJ,com especialização em Propaganda & Marketing pela ESPM-RJ e em Governança Corporativa pelo IBGC. Mais de 25 anos de atuação no mercado de previdência complementar, Membro nº 641 e ex-Diretor do Instituto Brasileiro de Atuária e ex-Professor do MBA de Gestão de Riscos Financeiros e Atuariais da USP/FIPECAFI. Gerenciou inúmeros projetos internacionais e regionais na área de benefícios, tendo morado em Jacksonville, FLA-EUA e em Lincolnshire, CH-EUA. Ocupou cargos de alta gerência e direção nas maiores empresas globais de benefícios, em fundos de pensão, em seguradoras e em bancos.
Desenvolve Pesquisas, Projetos e Palestras sobre Previdência, Seguros (RE), Benefícios a Empregados, Programas de Saúde, Economia Comportamental, Neuromarketing e Investimentos Responsáveis.