quinta-feira, 5 de setembro de 2024

RUIM PARA DEMOCRACIA, RUIM PARA OS NEGOCIOS

 



De Sāo Paulo, SP.


Resumo do artigo publicado hoje no newsletter da Revista Fortune, escrito por Diane Brady, chamando atenção para o bá-fá-fá envolvendo o banimento do X do Brasil 👇 


👉 Sempre houve consequências para mídia tradicional por entender as coisas errado, desde processos judiciais (contra elas), danos à reputação até prisões e cadeia, que podem destruir os negócios. Mas você pode estar certo e mesmo assim ser alvo. 


👉 Agora, as plataformas de mídia social estão enfrentando esses mesmos problemas. O que é diferente e perturbador é como muitos governos estão simplesmente fechando-as.


👉 Enquanto Elon Musk se enfurece com razão (mas cumpre) a decisão do Brasil de (fazer a Starlink) bloquear o X, ele processa um grupo de moderação de Internet nos EUA por difamação ... ele processa e é processado ...


👉 Na França, Pavel Durov, CEO do Telegram, enfrenta processo criminal alegando cumplicidade dele com ilegalidades cometidas em sua plataforma (o Telegram afirma seguir as leis Europeias). Enquanto isso os EUA querem banir o TikTok e o Roblox é banido da Turkia por “causar abuso em crianças”.


👉 Embora existam motivos legítimos contra a forma que essas plataformas funcionam, operam com dados e lidam com abusos por parte dos usuários, a solução (que vem sendo adotada) pode ser dura demais. 


👉 Vejamos o caso do Brasil, que se resume a Musk se recusar a nomear um representante local que possa ser contatado para suspender certas contas (Musk se recusou anteriormente a remover contas supostamente ligadas a pessoas e grupos de extrema direita). Musk respondeu com uma campanha pela liberdade de expressão que retrata o juiz envolvido como alguém com intenção de censurar o discurso político.


👉 Musk acabou dizendo que a Starlink, sua provedora de serviços de Internet que leva sinal para partes remotas do Brasil, como a Amazonia, bloquearia o sinal do X para cumprir decisão judicial. Isso aconteceu depois do juiz congelar as contas da Starlink no Brasil alegando que faz parte do mesmo “grupo econômico” que o X.


👉 Banir uma plataforma inteira de um país é ruim para a democracia, da mesma forma que (é ruim para a democracia) deixá-la se tornar um imã para conteúdo tóxico. Mas a resposta para abusos a liberdade de expressão não pode ser permitir que governos, essencialmente, fechem uma plataforma. Isso cria um precedente do qual todos nos arrependeremos. 


👉 Link para o artigo completo: aqui.


Grande abraço,

Eder.


segunda-feira, 2 de setembro de 2024

CARTEIRAS DIGITAIS E NOVAS TECNOLOGIAS VĀO REDEFINIR A POUPANÇA PARA O FUTURO

 


De Sāo Paulo, SP.

Há um claro chamado à ação sendo feito aos fundos de pensão e seguradoras que operam planos de previdência complementar:

“Façam a revolução digital, não uma série de mudanças incrementais”

Está na hora das instituições de previdência complementar, abertas e fechadas, criarem uma estratégia abrangente de transformação, que integre as avançadas carteiras digitais (digital wallets, em inglês) e abrace os padrões das novas classes de ativos digitais.

Ao fazerem isso, essas instituições não apenas sobreviverão à guinada tecnológica, mas lançarão as bases para atuar numa nova era de inovações financeiras e de engajamento com os clientes.  

As inovações no segmento de serviços financeiros e de investimentos não são meramente uma tendência, são uma guinada que todas as instituições precisam fazer para sobreviver num ambiente cada vez mais regulado e competitivo.

Tecnologias avançadas como carteiras digitais, plugadas em plataformas com modernas funcionalidades e redes de blockchain, representarāo mais do que uma simples atualização tecnológica nos planos de previdência complementar – elas envolvem, fundamentalmente, reimaginar como os serviços de acumulação e desacumulação de poupança podem e devem operar na era digital.

Essas tecnologias colocam a disposição dos operadores de planos de previdência complementar, ferramentas para fornecer serviços mais fluidos, seguros e centrados no cliente.

E mais, elas pavimentarāo o caminho para inclusão de segmentos mais abrangentes da sociedade na previdência complementar, particularmente, aqueles que tem sido deixado de fora dos fundos de pensão e seguradoras. A inclusão financeira trará maior escala para o setor.

Encampar tais tecnologias será chave para responder às mudanças de mercado com custo operacional reduzido. Isso vai separar líderes de seguidores, fornecer vantagem competitiva, criar lealdade e promover a confiança dos clientes.     

O dinheiro do presente e do futuro é digital

Nossa mudança em direção a economia digital apresenta novos tipos de dinheiro (i.e., stablecoins, cryptomoedas, CBDCs) para podermos mover recursos mais facilmente entre diferentes bancos, instituições financeiras, meios de pagamento e carteiras de investimentos.

De maneira geral, na esfera bancária, a conta corrente e sua função de pagamento desempenham um papel crucial, entrelaçada com várias dependências em diferentes facetas da organização, intrinsicamente conectadas a infraestrutura.

Ter uma solução robusta e flexível, capaz de armazenar valor, em termos mais gerais, e permitir a transferência de fundos em tempo real, será um fator crítico de sucesso para instituições de serviços financeiros, não apenas para bancos, mas para empresas de diferentes segmentos, ainda mais operadoras de planos de previdência complementar.

As carteiras digitais podem ser usadas em planos CD, por exemplo, para:

  • Substituir as contas individuais, armazenando o portfolio de investimentos do participante, canalizando o recebimento das contribuições, o pagamento dos benefícios e o crédito dos rendimentos;
  • Gerenciar pontos de programas de recompensas voltados para fidelização do participante, permitindo a conversão dos pontos em $$$ (contribuições);
  • Servir de identidade digital única e senha universal de cada participante;
  • Ser o endereço no blockchain de cada pessoa;
  • Enfim, canalizar as funções de custódia, repositório dos dados do participante, KYC, conta de depósitos e retiradas, gestão dos saldos, registro preciso das transações e respectivos históricos etc.

Carteiras digitais estão no centro da cryptoeconomia


Carteiras digitais: Phantom (esq.) e MetaMask (dir.)


As carteiras digitais são essenciais no atual ecossistema financeiro, pois permitem transações instantâneas, seguras, versáteis e com baixíssimo custo.

Elas simplificam a gestão de diversos tipos de ativo, das moedas tradicionais às formas digitais emergentes como stablecoins, CBDCs, cryptomoedas, NFTs e RWAs (Real World Assets).

Ao oferecer uma interface unificada para armazenar e transacionar varias formas de valor, as carteiras digitais melhoram a conveniência, aumentam a segurança (com a cryptografia), expandem a acessibilidade e permitem a inclusão financeira,

Sua adaptabilidade as torna indispensáveis tanto para as instituições financeiras, como as não-financeiras, que estejam procurando permanecer competitivas num mundo rapidamente digitalizado.

As carteiras digitais possuem diferentes capacidades: elas armazenam dados e identidades digitais, gerenciam acessos seguros, armazenam documentos, cartões digitais (débito e crédito) ativos digitalizados (imóveis, ações, direitos autorais etc.).

Elas podem armazenar diferentes tipos de $$$ e permitem a transferência de fundos, tanto domesticamente como internacionalmente.



As plataformas e contas individuais atuais, sobre as quais os planos CD funcionam, prejudicam o desempenho de um plano de previdência complementar digital, de quatro maneias:



UMA ANÁLISE EVOLUCIONÁRIA EXPLICA POR QUE É PRECISO CONTORNAR AS LIMITAÇŌES DA EDUCAÇĀO FINANCEIRA PARA LEVAR AS PESSOAS A POUPAR



De Sāo Paulo, SP.


Durante a maior parte da evolução humana, nossa sobrevivência dependeu da nossa capacidade de reconstruir, de forma precisa, um mundo essencialmente 3-dimensional, a partir da projeção 2-dimensional desse mundo feita em nossas retinas, em nosso sistema visual.

Esse mecanismo de interpretação evoluiu ao longo do tempo para ser inteiramente automático, autônomo e muito além de nossa influência consciente, independente se o input (a imagem) é o mundo real ou um pedaço de papel plano.

Em contraste, a capacidade humana de representar um objeto 3-dimensional fazendo um desenho 2-dimensional, parece ser relativamente recente. O exemplo mais antigo que se tem conhecimento é a pintura de um porco feita há 45.500 anos numa caverna na Indonésia.


Credito de Imagem: Maxime Aubert


Passaram-se outros 44.000 anos até que o uso da perspectiva – representação do mundo 3-dimensional em superfícies 2-dimensionais – surgisse em pinturas. Um dos exemplos mais antigos remonta à Renascença e é atribuído ao afresco “O Dinheiro do Tributo”, pintado pelo mestre italiano Masaccio nas paredes da Capela Brancacci em Florença, por volta do ano de 1426.


Credito de Imagem: Domínio público - Wikipidia - Quadro "O Dinheiro do Tributo"


Do fundo de cavernas às paredes de igrejas, seguidos da onipresente computação gráfica e agora da realidade virtual, o surgimento da perspectiva serviu para desafiarmos milhões de anos de evolução e contornar nossa predisposição natural de vermos o mundo através dos nossos circuitos visuais de processamento autônomo das imagens.

Ao treinar nosso sistema visual para, em determinadas situações, desafiar o mundo natural e considerar que 2D não é diferente de 3D, usamos os padrões e regras da perspectiva linear, porque profundidade e iluminação são simplesmente atraentes demais para serem ignoradas.

Tudo está em nossas raízes evolucionárias

O comportamento humano, frequentemente perplexo e imprevisível, é profundamente influenciado pelos mecanismos biológicos e evolutivos programados em nosso cérebro.

Um desses mecanismos é nossa resposta às oportunidades e à imprevisibilidade das recompensas, uma característica que remonta aos nossos primeiros ancestrais.

Para entender as limitações do uso da educação financeira é preciso compreender a maneira que aquelas respostas se manifestam diante do fenômeno moderno de poupar para o futuro em planos de previdência complementar.

Nossos ancestrais distantes se baseavam na imprevisibilidade das recompensas para sobreviver. A antecipação de uma recompensa em potencial (como encontrar alimento) desencadeava a liberação de dopamina no cérebro, um neurotransmissor associado a prazer e motivação.

Esse sistema era crucial para sobrevivência em um ambiente onde os recursos eram inconsistentes e imprevisíveis.

O componente “oportunidade” desse sistema é simples: a chance de se obter uma recompensa desperta entusiasmo e motivação. O aspecto da “imprevisibilidade”, no entanto, é que realmente chama nossa atenção. Quando a magnitude da recompensa ou o tempo para encontrá-la são incertos, nosso cérebro fica mais engajado procurando aquele fluxo de dopamina.


Credito de Imagem: www.scitechdaily.com


Como isso se manifesta no homem moderno

Um exemplo clássico são as máquinas caça-níqueis. Elas são desenhadas para explorar esse sistema de recompensa, que temos programado em nosso cérebro. A incerteza de ganhar, combinada com pequenas recompensas ocasionais, mantem o jogador engajado, sempre buscando a sorte grande.

Outro exemplo é encontrado em sistemas por aplicativo, como o Uber, que também se aproveitam disso. Para os motoristas, cada notificação de uma nova corrida é uma oportunidade – uma chance de ganhar. A natureza imprevisível (onde a corrida levará e quanto ele será pago) mantem os motoristas presos, constantemente checando o app para a nova oportunidade.

Essa mesma programação do cérebro está por trás da dificuldade que as pessoas têm de poupar para o futuro. Quando confrontados com duas recompensas similares, os seres humanos preferem aquela que receberão mais cedo, do que aquela que obterão mais tarde.

Diante da imprevisibilidade de receber uma recompensa, a oportunidade de recebê-la hoje influencia inclusive em sua magnitude. Como se as pessoas aplicassem um desconto no valor que receberiam e esse fator de desconto cresce em proporção ao tempo da demora. Quanto mais distante no tempo estiver a recompensa, menor o valor que a pessoa estará disposta a receber hoje, ou seja, maior o desconto.

Essa inconsistência nas escolhas intertemporais, que distorce o valor relativo das opções e leva as pessoas a preferirem pequenas recompensas recebidas no curto prazo em detrimento a recompensas maiores recebidas no longo prazo, é conhecida por desconto hiperbólico. Isso porque o desconto que as pessoas tendem a aplicar nos valores, como função da distância no tempo, segue uma curva hiperbólica, daí o nome desse comportamento. Você quer R$ 5 hoje ou R$ 20 daqui a seis meses?


Credito de Imagem: E.CARVA


Integrando mecanismos evolucionários na educação financeira

A educação financeira é vista pelos fundos de pensão como bala de prata para levar as pessoas a poupar para aposentadoria. Porém, em seu formato atual, conforme amplamente explicado acima, ela é incapaz de superar limitações desenvolvidas ao longo de milhões de anos de evolução humana.

Para torná-la eficaz - alavancando o engajamento e aumentando a experiência de aprendizado - é preciso usar engenhosamente os princípios de oportunidade e imprevisibilidade, repetidos em ciclos rápidos.

Veja como as áreas de comunicação e relacionamento dos fundos de pensão poderiam se unir à desenvolvedores de e-learning para fazer isso:

1.    Recompensas aleatórias pela Participação

Os alunos que participam de palestras, apresentações e cursos online de educação financeira, poderiam ganhar recompensas aleatórias em retribuição a sua participação, tipo, badges digitais, pontos de programas de fidelização (ex.: Livelo e outros) ou vouchers dando acesso a produtos (cofrinhos para os filhos etc.) e serviços (cinema etc.). Por exemplo: contribuir para um fórum de discussões durante um curso, poderia gerar um número imprevisível de pontos, incentivando a participação mais frequente.

2.    O elemento surpresa na experiência do usuário

Embutir elementos surpresa no conteúdo das iniciativas, tipo, esconder chocolates (entregar de verdade), vales-almoço em restaurantes conveniados etc. no conteúdo dos cursos, pode aumentar a curiosidade dos participantes alavancando o engajamento. A imprevisibilidade acrescenta uma camada de excitação ao processo de aprendizado.

Da mesma forma que uma máquina caça-níqueis mantém o jogador em expectativa permanente, embutir os elementos “surpresa” (quando) e “imprevisibilidade” (qual recompensa) no aprendizado, engaja o usuário e o faz querer retornar constantemente para ver o que vem depois.

3.    Abordagem de games no aprendizado

A gamificaçāo envolve incorporar elementos usados no desenho de jogos em contextos não relacionados a jogos, como educação. Introduzir a progressão de níveis no aprendizado, separando-o em módulos, faz os alunos experimentarem uma sensação de realização e progressão. Espelhar o sistema de imprevisibilidade das recompensas no aprendizado, mantem os alunos engajados e motivados.

4.    Ciclos de repetição rápida

Para manter os usuários engajados, o tempo entre as ações e as recompensas, deve ser curto. Os likes e comentários imediatos que os usuários recebem como feedback ao publicarem algo nas mídias sociais, acontecem em ciclos rápidos que reforçam o comportamento e encorajam o usuário a postar com maior frequência.

5.    Considerações éticas

É importante usar essas técnicas de forma responsável, considerando as implicações éticas dessas abordagens. O objetivo deve ser aumentar o engajamento e levar ao aprendizado e não manipular as pessoas. Os objetivos de negócio devem ser equilibrados com uma abordagem responsável que não explore as vulnerabilidades psicológicas das pessoas.

sábado, 31 de agosto de 2024

COMO A CRYPTOECONOMIA COLOCOU ÁGUA NO CHOPP DE NICOLAS MADURO, NA VENEZUELA




De Sāo Paulo, SP.


Antes de mais nada, um alerta: esse não é um artigo sobre política e sim sobre tecnologia, sobre a tecnologia por trás da economia digital.

Muita gente boa acha que cryptoconomia tem a ver com Bitcoin, Ethereun e cryptomoedas em geral e assim, vai perdendo o bonde da história.

Conforme tenho escrito aqui nesse espaço, crypteconomia nada mais é do que a “economia-da-cryptografia” e criptografia pode ser definida assim:

Cryptografia: é um método de proteção de informações e comunicações com o uso de codificação, para que apenas os destinatários da informação sejam capazes de lê-la e processá-la. Em computação, criptografia se refere a técnicas de comunicação e troca de informações derivadas de conceitos matemáticos e de um conjunto de cálculos baseados em regras, chamados algoritmos, que transformam mensagens em maneiras difíceis de decifrar, para proteger dados e privacidade.

As recentes eleições na Venezuela expuseram uma dura realidade. Embora o regime de Maduro tenha se envolvido no passado em práticas questionáveis ​​para manter o poder, a abordagem adotada pelo partido da oposição, desta vez, não deixou espaço para se discutir a verdade sobre o real vencedor das eleições presidenciais.

O partido de oposição, liderado por Maria Corina Machado, conseguiu convencer o mundo da vitória de Edmundo Gonzalez através de provas irrefutáveis, empregando o uso da criptografia para gerar um código hash para cada boletim produzido pelas urnas eletrônicas.

  • Hash é mais do que uma serie de números aleatórios – hash é uma verdadeira impressão digital, criada por um complexo algoritmo, que leva em consideração múltiplos fatores, tais como: o código da sessão de votação, o número de votos na urna para cada candidato, a hora exata do encerramento da votação na sessão eleitoral e determinadas variáveis, que são únicas para cada urna eletrônica, tipo, a temperatura especifica da máquina e a velocidade da ventoinha interna;
  • Devido a todas essas especificidades e aos componentes sensíveis ao tempo, ou seja, o horário de registro das variáveis, as “actas” ou “boletins de urna” reais se tornaram impossíveis de replicar ou falsificar.

Edmundo Gonzales - Credito de Imagem: JUAN BARRETO/AFP

A oposição na Venezuela concentrou os esforços na coleta de todas as “actas”, ou seja, na coleta de todos os boletins de urna das sessões eleitorais pelo país afora, para mostrar ao mundo o verdadeiro resultado das eleições.
  • Com mais de 80% das “actas” em poder do partido de oposição, maduro se recusou a divulgar os resultados oficiais da votação, pois estava claro que o resultado não poderia ser falsificado e o mundo não seria mais capaz de negá-lo;
  • O upload das planilhas com os boletins de urna foi feito nesse site aqui e estão disponíveis para todos poderem constatar o que elas indicam: a vitória de Edmundo Gonzales, o legitimo novo Presidente eleito da Venezuela.

No gráfico abaixo, os resultados de 997 planilhas com dados dos boletins de urna, obtidas pela oposição, mostram que Edmundo foi o vencedor.


Ninguém te falou isso, né?

Pois é, tem muita coisa que ninguém te falou. Tem muita inovação acontecendo nas sombras da cryptoeconomia, tem muitas soluções chegando, capazes de causar disruptura em segmentos inteiros da economia e o setor dos fundos de pensão não é exceção.

Ninguém vai avisar seu fundo de pensāo, com antecedência, que a disruptura chegou, tá ligado?

Grande abraço,

Eder.


Opiniões: Todas minhas | Fonte:” Proving Election Fraud Through Cryptographic Hash”, escrito por Elliot Sternberg.

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