segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Divulgação de taxas de administração e gestão dos planos de aposentadoria

De São Paulo, SP.

Não seria legal se os extratos dos planos de previdência complementar de entidades abertas (seguradoras) e de entidades fechadas (fundos de pensão) se parecessem com os rótulos das embalagens de alimentos? O conteúdo de calorias, proteínas, vitaminas  e gorduras mostrados para você de forma bacana, em um quadrinho destacado. A informação não faz necessariamente que você se alimente de forma mais saudável, assim como eu tenho certeza de que uma melhor divulgação das taxas de administração e gestão dos investimentos dos planos de aposentadoria não fará todo mundo escolher investimentos mais sofisticados. Mas com certeza a informação nos alimentos é facilmente compreendida pela pessoa que quer monitorar sua dieta e ter uma boa idéia do que está comendo.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Ouvir inglês é mais importante que falar inglês



Lição Corporativa desse video cômico:
Não basta falar inglês.
É preciso entender inglês!!!
Abraço,
Eder.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Política Corporativa para Blogs de Empregados

De São Paulo, SP.


A impressão de que todo mundo hoje tem um blog é fácil de explicar. O site Technorati (www.technorati.com), especializado na blogosfera, informa estar acompanhando hoje cerca de 112,8 milhões de blogs e diz que 175 mil novos blogs entram no ar a cada dia.


Da mesma forma que as pessoas escrevem sobre vinho, política, culinária e colocam em seus blog detalhes de suas vidas íntimas, elas também escrevem sobre seus empregos e suas empresas.


Uma pesquisa feita pela Melcrum com executivos de comunicação de grandes companhias com atuação global, mostra que 55% usavam ou planejavam usar blogs em 2007, enquanto em 2006 esse número era de apenas 35%.


Outro estudo, intitulado “Explorando o Link entre a Opinião dos Consumidores e a Reputação das Marcas na Era da Mídia Social”, desenvolvido pela Society for New Communications Research, mostra que 59% dos consumidores usam regularmente as mídias sociais, incluindo blogs, para divulgar sua opinião a respeito dos serviços de atendimento ao consumidor. Um consumidor ou um empregado que teve uma experiência negativa, tem agora um fórum global onde pode ser ouvido.


Por isso as empresas nos EUA estão preocupadas com a nova fronteira de relações públicas e começam a elaborar “Políticas para Blogs de Empregados”. A primeira regra em relação às Políticas para Blogs de Empregados é bem simples: tenha uma.


O pensamento nos EUA é: sua empresa precisa considerar que tratamento dará aos blogs, antes que surja uma situação negativa.


Forte abraço,

Eder

Fonte: WorkForce Management – Sarah T. Weitz

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

3 Euros - Não tente copiar seus concorrentes ...



Para relaxar um pouco.
Lição Corporativa desse video cômico:
Não tente copiar seus concorrentes.
A criatividade é um dom....
Abraço,
Eder.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Colocando o foco onde realmente importa

De São Paulo, SP.


Após mais de vinte e dois anos atuando como profissional da indústria de previdência complementar, não quero ficar de cócoras (figura de linguagem mencionada hoje pela jornalista Dora Kramer em sua coluna no Estadão) diante da aprovação da criação da PREVIC – Superintendência Nacional de Previdência Complementar pela CAE - Comissão de Assuntos Econômicos do Senado.

Vou registrar minha crítica construtiva e espero que não tentem “matar o mensageiro”, desqualificando esse “post”.

Vamos direto ao assunto. A fiscalização do governo, exercida através da SPC –Secretaria de Previdência Complementar tem sido importante até aqui. Evoluiu significativamente ao longo dos anos. Teve muitos acertos, que devem ser ressaltados e elogiados, mas também cometeu erros que precisam ser apontados para que não voltem a ocorrer. Conforme diz o ditado popular … “Quem nunca errou, aprendeu, nada”.

Há ajustes de rumo a fazer no sistema de supervisão dedicado ao sistema de previdência complementar brasileiro. Hoje vamos listar apenas três sugestões para avaliação dos companheiros:

terça-feira, 6 de outubro de 2009

O negócio Xerox-ACS Continua a Chacoalhar a área de Terceirização de Processos de RH

De São Paulo, SP.

A copiadora Xerox anunciou no final de setembro, mais precisamente na segunda-feira dia 28, que planeja comprar a prestadora de serviços de terceirização em recursos humanos (em inglês, HRO) ACS – Affiliated Computer Services.

O negócio envolvendo dinheiro e troca de ações está avaliado em US$ 6,4 bilhões e surge na seqüência de notícias divulgadas no final de julho de que a divisão da Hewlett-Packard, a ExcellerateHRO, está abandonando o negócio de terceirização de processos de recursos humanos.


A Xerox é a última empresa de tecnologia (hardwares) a adquirir uma firma cujos negócios concentram-se na àrea de serviços. Isso depois que a HP engoliu a EDS e a Dell disse que comprará a Perot Systems.

“Os players na área de hardware estão tendo que entrar na área de serviços para achar uma maneira de alavancar suas margens”, disse Neil McEwen, um consultor de gestão da firma de assessoria PA Consulting.

Com sede em Dallas- EUA, a Affiliated Computer Services, conhecida como ACS, emprega 74.000 pessoas no mundo. Oferece serviços terceirizados nas áreas financeira, tecnologia da informação e recursos humanos. Reportou receitas de US$ 6,5 bilhões no ano fiscal terminado em 30 de junho e resultado líquido de $350 milhões.

Por sua vez, a Xerox, baseada na cidade de Norwalk, no estado de Connecticut-EUA, mais famosa por suas máquinas copiadoras, também fornece serviços de consultoria e terceirização na gestão de documentos. Com 54.000 empregados a empresa obteve resultado líquido de $230 milhões a partir de receitas de US$17,6 bilhões em 2008.

“Ao combinar a força da Xerox na tecnologia de documentos com a expertise da ACS no gerenciamento e automação de processos, estamos criando uma nova classe de prestador de serviços”, declarou em um comunicado a CEO da Xerox, Úrsula Burns. “Uma mudança no jogo para a Xerox, ao adquirir a ACS, ajudará a expandir nossos negócios e trará benefícios em função do forte crescimento nas receitas e nos resultados”, completou.

A ACS deverá operar como uma organização independente e inicialmente continuará a usar a marca ACS, uma Empresa da Xerox, informou a própria Xerox. Será liderada pela CEO da ACS, Lynn Blodgett, que se reportará a Sra. Burns. O negócio deverá ser concluído no primeiro trimestre de 2010.

A terceirização de RH tem sido um negócio difícil para os prestadores de serviço. Os lucros não são fáceis devido a complexidade de transferir toda a função de RH para um terceiro. A ACS é considerada uma das top na terceirização multi-processos de RH, junto com IBM, Accenture e Convergys. A Hewitt, uma das pioneiras nessa área e que enfrentou dificuldades com aquisições recentes, continua a competir no setor.

McEwen diz que o negócio Xerox-ACS provavelmente não será o último casamento de uma empresa de hardware com uma de prestação de serviços, chamando a atenção para a Convergys como um possível alvo de aquisição futura. “Eu suspeito que vocês verão mais alguns negócios assim” completa ele.

Abração,
Eder.


Fonte: Workforce Management – Ed Frauenheim

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

A morte lenta da aposentadoria, os homens e o sapo

De São Paulo, SP.

Esse artigo foi publicado há exatos dois anos, no "Valor Online" e reproduzo novamente para que você tire suas próprias conclusões....

"Anotem ai: Eu não sou sapo", disse o professor em minha primeira aula no mestrado. "Por quê?", perguntamos. "Porque os sapos são animais de sangue frio e não percebem mudanças lentas de temperatura, enquanto o ser humano é capaz de notar as mudanças que ocorrem à sua volta", respondeu.


Nunca mais esqueci essa lição e, desde então, procuro monitorar indicadores que apontem para mudanças. Eles estão em todo lugar e as transformações que prenunciam se desenrolam lentamente diante de nós. Por isso, o mais importante é conseguir antecipá-las. Assim, quero partilhar alguns indicadores que apontam para uma mudança profunda no conceito de aposentadoria.


Estimativas do "Bureau of Labor Statistics" mostram que a força de trabalho civil norte-americana aumentará em 17 milhões de pessoas nos próximos anos, atingindo 158 milhões em 2010. Segundo o BLS, haverá 168 milhões postos de trabalho disponíveis e uma falta de dez milhões de trabalhadores para ocupar tais posições. Para especialistas, o problema será agravado pela falta de empregados com nível de escolaridade adequada.


A carência de capacitação já é uma realidade na indústria de manufatura de países desenvolvidos e deverá se espalhar por outros setores nos próximos 15 anos, na medida em que a geração pós-guerra continue se aposentando. Faltarão empregados bem-treinados para ocupar posições em áreas, como tecnologia da informação e energia, o que acirrará a competição global por profissionais da linha de frente.


Nos mercados emergentes são verificados elevados índices de rotatividade, acarretando custos salariais crescentes. Essa rotatividade se deve à falta de uma força de trabalho mais qualificada, fazendo com que os talentos disponíveis mudem de emprego com mais freqüência, tornando mais caras sua atração e retenção. O planejamento da força de trabalho passou a ser uma questão fundamental para o desenvolvimento dos negócios.


Assim, uma mudança profunda no conceito de aposentadoria está se avizinhando. O modelo atual está sendo colocado em cheque, já que as pessoas estão vivendo cada vez mais e com um vigor antes inexistente. A realidade econômica dos aposentados força-os a continuar trabalhando e, em muitos casos, eles mesmos não querem parar. Se juntarmos a isso a escassez de mão-de-obra qualificada, conseqüência da diminuição da força de trabalho e da falta de capacitação, conclui-se que a permanência dos trabalhadores nas empresas irá ao encontro de uma necessidade das próprias organizações.


Eis que começa surgir a aposentadoria "em fases". Mais do que permitir que o empregado deixe o trabalho ativo em etapas, enquanto mantém uma renda adequada, esse conceito deverá transformar o atual fim abrupto do trabalho. A aposentadoria passará a acontecer em fases ou indefinidamente, permitindo ao colaborador manter também, em muitos casos, a satisfação.


Pesquisas indicam que cerca de 2/3 dos trabalhadores com mais de 50 anos esperam escalonar a aposentadoria. Mostram, também, que os empregados respondem favoravelmente aos esquemas informais que estão precedendo a aposentadoria em fases como, horário flexível, divisão de trabalho e tele-trabalho. Mas infelizmente, ainda existe uma discrepância entre o que os empregados desejam e aquilo que as empresas permitem.


O conceito de aposentadoria em fases pode não servir para todas as empresas, já que as pressões por custo podem requerer redução da atual força de trabalho; a idéia pode não ser adequada à cultura da organização; a força de trabalho pode ser ainda jovem; e até por não haver necessidade financeira para o empregado continuar a trabalhar; entre outros.


Portanto, calma! A aposentadoria tradicional ainda não morreu, ao menos por enquanto. Mas, é bom ficar de olho nos indicadores. Afinal, você também não é sapo...


Abraço,
Eder
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Cuidados na Portabilidade

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