sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Ho, ho, ho, 2010 é um presente para todos

Do Rio de Janeiro.

É Natal! Celebremos junto aqueles que queremos bem. O dom da vida, por sí só, é motivo mais do que suficiente para comemorarmos.

A pior crise econômica mundial deste século começa, lentamente, a ficar para trás. O pico da confusão econômica aconteceu no final de 2008 e como 2010 se avizinha, parece que foi há um tempão!

O Papai Noel trouxe para a NKL2 a oportunidade de se viablizar como empresa de consultoria e corretagem de seguros. Projetos novos surgiram nesse apagar das luzes de 2009 e oportunidades que não apareceriam nem na bola de cristal dos melhores magos, começam a se materializar. Estou feliz! Obrigado meu "bom velinho"!

Estou contente por persistir nas opções que fiz e pelo apoio da família e dos amigos que tem atenuado a dificuldade e fornecido força para seguir em frente.

Tudo de bom para vocês que têm prestigiado esse espaço com sua leitura. Que o novo ano seja um recomeço de uma trajetória feliz para todos nós.

Forte abraço,
Eder.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Economia Comportamental e os Planos de Previdência Complementar

De São Paulo, SP  (republicado)

Você já começou uma dieta na segunda-feira de manhã e jogou tudo pro alto quando viu sua sobremesa favorita no jantar? Já foi pegar seu filho no shopping e se viu comprando um monte de coisas que não precisava? Sabe porque você desconfia de um xampu muito barato na farmácia e acaba levando outro super parecido só que muito mais caro oferecido pelo seu renomado cabeleireiro? Você aderiu ao plano de contribuição definida da sua empresa, seguindo sua consciência da necessidade de poupar para a aposentadoria, mas nunca se preocupou em saber se deveria aumentar suas contribuições, nem mudou seu saldo de conta para outra alternativa de fundo de investimento mais rentável, dentre as oferecidas pelo plano? 

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Quantidade de furacões no Atlântico acima da média em 2010

De Fort Collins, Colorado – EUA.
O Centro de Meteorologia Tropical da Universidade do Estado de Colorado – EUA, divulgou na quarta-feira que espera atividade acima da média na temporada de furacões do Atlântico em 2010. A temporada de 2009 foi a mais calma dos últimos 12 anos. 
São previstos para o período de agosto a outubro do ano que vem, entre 11 e 16 tempestades tropicais (em 2009 foram apenas 9), de 6 a 8 furacões de intensidade média (contra 3 em 2009) e 3 a 5 furacões de grande intensidade (nenhum em 2009). Os dados coletados até novembro passado indicam que 2010 será um ano de grande atividade, mas ainda não são suficientes para se prever o nível dessa intensidade. 
Tristeza de uns alegria de outros. O fenômeno “El Niño”, que esse ano foi de moderado a forte, deve perder força até a temporada de furacões de 2010. Quando o “El Niño” é forte, a temporada de furacões no Atlântico é fraca, mas as chuvas aqui no Brasil são fortes. E vice-versa. Portanto, no ano que vem, as chuvas por aqui deverão ser menos intensas.
Com tanto tempo de antecedência é impossível fazer previsões muito precisas. Portanto, os meteorologistas da Universidade do Estado do Colorado divulgarão novas previsões no início de abril de 2010, quando a maior quantidade de dados permitirá ajustar as previsões atuais.
Percebem como os estudos estatísticos ajudam o setor de seguros a se preparar? Precisamos produzir mais estatísticas aqui no Brasil.  

Forte abraço,
Eder.


Fonte: BI – Mark Hofmann

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Planos de previdência complementar e mídias sociais podem se dar bem um com o outro

De São Paulo, SP.


Há dois anos quando Ann Bender sugeriu que sua empresa usasse o site de mídia social, desenvolvido internamente, para divulgação do plano de previdência corporativo, olharam para ela com ar de “o que você está falando?”.

A Srta. Bender, então com 26 anos, estava discutindo com seus colegas de RH uma forma de aumentar o baixo índice de adesão ao plano de aposentadoria da rede de lojas de varejo, principalmente dos funcionários com baixa renda.

Mais da metade da força de trabalho da empresa contava com idade inferior a 24 anos. Os empregados simplesmente tinham outras prioridades e de nada adiantou aumentar a contrapartida de contribuições da empresa nem dar direito a portabilidade dos recursos desde o primeiro dia de participação no plano. O índice de adesão não ultrapassava os 18% e o assunto “aposentadoria” continuava uma chatice para a maioria dos empregados.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Projeto de lei nos EUA torna obrigatória a projeção do benefício

De Washington, EUA.


De acordo com um projeto de lei enviado ao senado americano na semana passada, as patrocinadoras de planos de previdência complementar do tipo contribuição definida – semelhantes ao PGBL brasileiros – passam a ser obrigadas a informar aos participantes, tendo por base os saldos de conta atuais, o quanto deverão receber de renda de aposentadoria de seus planos de previdência complementar. 
O projeto de lei, entitulado “The Lifetime Income Disclosure Act” (algo como Lei de Divulgação da Renda de Aposentadoria), cujo objetivo é assegurar que a poupança de aposentadoria dos americanos dure enquanto eles viverem, foi apresentado pelos Senadores Jeff Bingaman – Democrata, Johnny Isakson – Republicano e Herb Kohl - Democrata.
A regulamentação faz frente ao receio de que os americanos não estejam poupando o suficiente para suas aposentadorias. Os legisladores disserem ter se inspirado em uma lei que obriga a Previdência Social (Social Security) a fornecer anualmente aos trabalhadores segurados um extrato informando o valor do benefício de aposentadoria oficial que deverão receber a partir do salário atual.
Eu tive a oportunidade de abordar esse assunto com várias empresas patrocinadoras de planos de previdência complementar aqui no Brasil. Minha sugestão era simples: porque não entregar anualmente aos participantes uma simples projeção dos benefícios de aposenatdoria que os mesmos receberão do plano? Saber antecipadamente uma estimativa do valor da renda de aposentadoria, ajudaria àqueles que desejassem poupar um pouco mais, dando-lhes a chance de creditar contribuições adicionais, enquanto houvesse tempo para isso.
Não consegui convencer as empresas a fazê-lo, porque temerosas de uma justiça trabalhista enviesada e tendenciosa, preferiam não correr o risco de verem uma projeção meramente estimativa se transformar em direito líquido e certo dos participantes.
Quem sabe a PREVIC (que é a nossa SPC, amanhã) e a SUSEP, não seguem essa boa prática e tornam obrigatória tal divulgação, também aqui no Brasil?
Fica a sugestão.
Forte abraço,
Eder.

Fonte: Doug Halonen – Pensions & Investments

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Dizer obrigado atrai saúde e felicidade



São Paulo, SP.

Estamos em dezembro, o mês em que boa parte da humanidade se confrateniza ao celebrar o Natal e as festas de fim-de-ano. É quando desejamos uns aos outros muita felicidade, realizações e acima de tudo, agradecemos. 
Os pesquisadores estão descobrindo que se adotássemos uma atitude mais positiva, apreciando a vida ao longo do ano - não apenas no Natal e no ano-novo - seríamos mais felizes, saudáveis e mais altruístas.
Os cientistas, recentemente, começaram a tentar medir os benefícios da gratidão através de estudos custeados pela "National Science Foundation", uma instituição americana que incentiva pesquisas.
Em um dos estudos desenvolvidos na "Northeastern University", os cientistas descobriram que os estudantes que recebiam ajuda de um assistente de laboratório e sentiam-se agradecidos por isso, aumentavam tanto seu bem-estar físico quanto psicológico. Os estudantes também tendiam a ficar mais generosos.
"Na essência, a gratidão torna as decisões financeiras mais virtuosas", concluiu o Psicólogo David DeSteno, pesquisador chefe. "Faz você pagar antecipadamente".
Brenda Shoshanna, autora do livro "365 Ways to Give Thanks: One for Every Day of the Year" (365 Maneiras de dizer obrigado: Uma para cada dia do ano), teoriza ser impossível ficar deprimido e grato ao mesmo tempo. Em seu livro ela defende que uma atitude de gratidão torna a pessoa fisica e mentalmente saudavel em todos os sentidos.
Esse ano, em decorrência da carga negativa da crise econômica global e dos escândalos políticos intermináveis, tem sido um pouco mais dificil para muitos de nós expressarmos o quanto apreciamos a vida. Isso tudo apenas torna mais importante que o façamos. Quem sabe a gratidão nos coloque acima disso tudo e deixe essa situação para trás?
Eu, pelo menos, sou grato por ter saúde, uma família que amo, amigos fiéis que adoro e por viver junto a natureza em um lugar maravilhoso, num país pacífico como o Brasil.
Talvez eu ainda escreva alguns "posts" para o blog antes que 2009 acabe, mas vocês podem decidir antecipar a celebração de fim-de-ano e tirar uma folga a partir dessa semana. 
Então, desejo que todos vocês tenham um feliz Natal, repleto de saúde, paz e alegrias, e um próspero ano-novo. Que venha 2010!
Abraço,
Eder.


Fonte: BI - Joanne Wojcik

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Tornando o plano de saúde à prova de gente, através da Economia Comportamental

De São Paulo, SP.

As empresas estão começando a usar os princípios da Economia Comportamental para desenhar não apenas planos de aposentadoria, mas também programas de saúde capazes de proteger os empregados contra suas próprias decisões ruins.

Diferentemente dos economistas clássicos, os economistas comportamentais acreditam que as pessoas agem freqüentemente de forma irracional, porém, previsível. Essa previsibilidade, quando compreendida da maneira apropriada, pode ajudar os executivos a desenhar melhor os programas de saúde e previdência de suas empresas.

“Você pensa que as pessoas tomam conta da própria saúde porque isso é muito importante”, diz Dan Ariely, um economista comportamental da Universidade de Duke e autor do livro Previsivelmente Irracional. “Mas as empresas sabem que as pessoas precisam de um empurrãozinho extra”, completa.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

A economia comportamental e os planos de previdência complementar

De São Paulo, SP. (republicado)

Você já começou uma dieta na segunda-feira de manhã e jogou tudo pro alto quando viu sua sobremesa favorita no jantar? Já foi pegar seu filho no shopping e se viu comprando um monte de coisas que não precisava? Sabe porque você desconfia de um xampu muito barato na farmácia e acaba levando outro super parecido só que muito mais caro oferecido pelo seu renomado cabeleireiro? Você aderiu ao plano de contribuição definida da sua empresa, seguindo sua consciência da necessidade de poupar para a aposentadoria, mas nunca se preocupou em saber se deveria aumentar suas contribuições, nem mudou seu saldo de conta para outra alternativa de fundo de investimento mais rentável, dentre as oferecidas pelo plano? 

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Pesquisa Global sobre Promoção da Saúde e Bem-estar no Trabalho




De New York, EUA.

Pelo terceiro ano consecutivo, a pesquisa da Buck Consultants intitulada TRABALHANDO BEM: Uma pesquisa global de estratégias de Promoção Global de Saúde no Trabalho e Bem-estar investiga as tendências emergentes em programas de bem-estar e promoção de saúde patrocinados por empregadores. 

Ao explorar áreas como estratégia, elaboração, objetivos, incentivos, mensuração, avaliação e comunicação dos programas, essa pesquisa busca insights sobre como empregadores de todo o mundo implementam e avaliam iniciativas estratégicas de bem-estar. 

A pesquisa de 2009 avalia também o impacto da atual crise econômica sobre as iniciativas de bem-estar mantidas pelos empregadores. Este ano 1.103 organizações de 45 países, representando mais de 10 milhões de funcionários, responderam a pesquisa.   

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Deputado quer obrigatoriedade de seguro de vida para empregados

De Cajamar, SP.


O deputado federal Dr. Nechar (PP-SP) apresentou projeto de lei que obriga todas as empresas inscritas no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda (CNPJ) a contratarem seguro de vida para seus empregados.


O texto também estabelece que "a concessão do seguro de vida ao funcionário dar-se-á obrigatoriamente mediante a intermediação de corretor de seguros devidamente habilitado". O parlamentar propõe ainda que as empresas figurem nas apólices como estipulantes.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Educação Financeira – Mulheres Primeiro


De Cajamar, SP.

      Agora que toda indústria de previdência complementar está preocupada com a educação financeira dos participantes é importante ressaltar que as mulheres precisam de mais ajuda no planejamento para a aposentadoria do que os homens.

     As razões são várias e simples: (i) as mulheres vivem, em média, mais do que os homens (até os 80 anos contra 74); (ii) trabalham ao longa da vida, em média, 12 anos a menos do que os homens, (iii) recebem salários 77% inferiores, em média, aos que são pagos para os homens, e (iv) as previsões indicam que o número de divórcios ,que já é alto, crescerá ainda mais.

   Como resultado desses e de outros fatores, uma associação de Washington-EUA (Women’s Institute for a Secure Retirement) estima que a renda média das mulheres após a aposentadoria seja equivalente a 58% da renda dos homens.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Projeto de lei em previdência entra na pauta do Congresso nos EUA

De Cajamar, SP.

Foi enviado ao Congresso americano na última terça-feira, 27 de outubro, um projeto de lei para aliviar temporariamente as regras que determinam o montante de contribuições que as empresas precisam fazer para os fundos de pensão para custear seus planos de previdência, abatidos pelas perdas nos mercados financeiros.

Sob as regras em vigor, muitas empresas teriam que dobrar suas contribuições para manter capitalizados seus planos de aposentadoria. “Isso prejudicaria tanto o aumento dos empregos como os investimentos de capital que são necessários nesse momento para o crescimento econômico", disse em uma declaração o Deputado Democrata Earl Pomeroy, responsável pelo projeto.


domingo, 1 de novembro de 2009

Planos CD em discussão nos EUA, logo após o pico da crise econômica. Porque ainda não no Brasil?

De Cajamar, SP.

A crise econômica global afetou o retorno dos investimentos e as economias acumuladas pelos empregados em seus planos de aposentadoria. A queda nos investimentos foi drástica nos EUA, mas menor aqui no Brasil.

Estima-se que em 2008 os americanos perderam cerca de ¼ de suas poupanças voltadas para a aposentadoria.

No Brasil, apesar de menor, houve perda também. Se a crise tivesse atrasado uns cinco anos, as perdas de patrimônio dos fundos de pensão e das seguradoras daqui teriam sido bem maiores.

Mas porque os planos CD estão sendo rediscutidos pelos americanos? Bem, vamos colocar esse assunto em contexto para poder entender.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Divulgação de taxas de administração e gestão dos planos de aposentadoria

De São Paulo, SP.

Não seria legal se os extratos dos planos de previdência complementar de entidades abertas (seguradoras) e de entidades fechadas (fundos de pensão) se parecessem com os rótulos das embalagens de alimentos? O conteúdo de calorias, proteínas, vitaminas  e gorduras mostrados para você de forma bacana, em um quadrinho destacado. A informação não faz necessariamente que você se alimente de forma mais saudável, assim como eu tenho certeza de que uma melhor divulgação das taxas de administração e gestão dos investimentos dos planos de aposentadoria não fará todo mundo escolher investimentos mais sofisticados. Mas com certeza a informação nos alimentos é facilmente compreendida pela pessoa que quer monitorar sua dieta e ter uma boa idéia do que está comendo.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Ouvir inglês é mais importante que falar inglês



Lição Corporativa desse video cômico:
Não basta falar inglês.
É preciso entender inglês!!!
Abraço,
Eder.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Política Corporativa para Blogs de Empregados

De São Paulo, SP.


A impressão de que todo mundo hoje tem um blog é fácil de explicar. O site Technorati (www.technorati.com), especializado na blogosfera, informa estar acompanhando hoje cerca de 112,8 milhões de blogs e diz que 175 mil novos blogs entram no ar a cada dia.


Da mesma forma que as pessoas escrevem sobre vinho, política, culinária e colocam em seus blog detalhes de suas vidas íntimas, elas também escrevem sobre seus empregos e suas empresas.


Uma pesquisa feita pela Melcrum com executivos de comunicação de grandes companhias com atuação global, mostra que 55% usavam ou planejavam usar blogs em 2007, enquanto em 2006 esse número era de apenas 35%.


Outro estudo, intitulado “Explorando o Link entre a Opinião dos Consumidores e a Reputação das Marcas na Era da Mídia Social”, desenvolvido pela Society for New Communications Research, mostra que 59% dos consumidores usam regularmente as mídias sociais, incluindo blogs, para divulgar sua opinião a respeito dos serviços de atendimento ao consumidor. Um consumidor ou um empregado que teve uma experiência negativa, tem agora um fórum global onde pode ser ouvido.


Por isso as empresas nos EUA estão preocupadas com a nova fronteira de relações públicas e começam a elaborar “Políticas para Blogs de Empregados”. A primeira regra em relação às Políticas para Blogs de Empregados é bem simples: tenha uma.


O pensamento nos EUA é: sua empresa precisa considerar que tratamento dará aos blogs, antes que surja uma situação negativa.


Forte abraço,

Eder

Fonte: WorkForce Management – Sarah T. Weitz

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

3 Euros - Não tente copiar seus concorrentes ...



Para relaxar um pouco.
Lição Corporativa desse video cômico:
Não tente copiar seus concorrentes.
A criatividade é um dom....
Abraço,
Eder.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Colocando o foco onde realmente importa

De São Paulo, SP.


Após mais de vinte e dois anos atuando como profissional da indústria de previdência complementar, não quero ficar de cócoras (figura de linguagem mencionada hoje pela jornalista Dora Kramer em sua coluna no Estadão) diante da aprovação da criação da PREVIC – Superintendência Nacional de Previdência Complementar pela CAE - Comissão de Assuntos Econômicos do Senado.

Vou registrar minha crítica construtiva e espero que não tentem “matar o mensageiro”, desqualificando esse “post”.

Vamos direto ao assunto. A fiscalização do governo, exercida através da SPC –Secretaria de Previdência Complementar tem sido importante até aqui. Evoluiu significativamente ao longo dos anos. Teve muitos acertos, que devem ser ressaltados e elogiados, mas também cometeu erros que precisam ser apontados para que não voltem a ocorrer. Conforme diz o ditado popular … “Quem nunca errou, aprendeu, nada”.

Há ajustes de rumo a fazer no sistema de supervisão dedicado ao sistema de previdência complementar brasileiro. Hoje vamos listar apenas três sugestões para avaliação dos companheiros:

terça-feira, 6 de outubro de 2009

O negócio Xerox-ACS Continua a Chacoalhar a área de Terceirização de Processos de RH

De São Paulo, SP.

A copiadora Xerox anunciou no final de setembro, mais precisamente na segunda-feira dia 28, que planeja comprar a prestadora de serviços de terceirização em recursos humanos (em inglês, HRO) ACS – Affiliated Computer Services.

O negócio envolvendo dinheiro e troca de ações está avaliado em US$ 6,4 bilhões e surge na seqüência de notícias divulgadas no final de julho de que a divisão da Hewlett-Packard, a ExcellerateHRO, está abandonando o negócio de terceirização de processos de recursos humanos.


A Xerox é a última empresa de tecnologia (hardwares) a adquirir uma firma cujos negócios concentram-se na àrea de serviços. Isso depois que a HP engoliu a EDS e a Dell disse que comprará a Perot Systems.

“Os players na área de hardware estão tendo que entrar na área de serviços para achar uma maneira de alavancar suas margens”, disse Neil McEwen, um consultor de gestão da firma de assessoria PA Consulting.

Com sede em Dallas- EUA, a Affiliated Computer Services, conhecida como ACS, emprega 74.000 pessoas no mundo. Oferece serviços terceirizados nas áreas financeira, tecnologia da informação e recursos humanos. Reportou receitas de US$ 6,5 bilhões no ano fiscal terminado em 30 de junho e resultado líquido de $350 milhões.

Por sua vez, a Xerox, baseada na cidade de Norwalk, no estado de Connecticut-EUA, mais famosa por suas máquinas copiadoras, também fornece serviços de consultoria e terceirização na gestão de documentos. Com 54.000 empregados a empresa obteve resultado líquido de $230 milhões a partir de receitas de US$17,6 bilhões em 2008.

“Ao combinar a força da Xerox na tecnologia de documentos com a expertise da ACS no gerenciamento e automação de processos, estamos criando uma nova classe de prestador de serviços”, declarou em um comunicado a CEO da Xerox, Úrsula Burns. “Uma mudança no jogo para a Xerox, ao adquirir a ACS, ajudará a expandir nossos negócios e trará benefícios em função do forte crescimento nas receitas e nos resultados”, completou.

A ACS deverá operar como uma organização independente e inicialmente continuará a usar a marca ACS, uma Empresa da Xerox, informou a própria Xerox. Será liderada pela CEO da ACS, Lynn Blodgett, que se reportará a Sra. Burns. O negócio deverá ser concluído no primeiro trimestre de 2010.

A terceirização de RH tem sido um negócio difícil para os prestadores de serviço. Os lucros não são fáceis devido a complexidade de transferir toda a função de RH para um terceiro. A ACS é considerada uma das top na terceirização multi-processos de RH, junto com IBM, Accenture e Convergys. A Hewitt, uma das pioneiras nessa área e que enfrentou dificuldades com aquisições recentes, continua a competir no setor.

McEwen diz que o negócio Xerox-ACS provavelmente não será o último casamento de uma empresa de hardware com uma de prestação de serviços, chamando a atenção para a Convergys como um possível alvo de aquisição futura. “Eu suspeito que vocês verão mais alguns negócios assim” completa ele.

Abração,
Eder.


Fonte: Workforce Management – Ed Frauenheim

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

A morte lenta da aposentadoria, os homens e o sapo

De São Paulo, SP.

Esse artigo foi publicado há exatos dois anos, no "Valor Online" e reproduzo novamente para que você tire suas próprias conclusões....

"Anotem ai: Eu não sou sapo", disse o professor em minha primeira aula no mestrado. "Por quê?", perguntamos. "Porque os sapos são animais de sangue frio e não percebem mudanças lentas de temperatura, enquanto o ser humano é capaz de notar as mudanças que ocorrem à sua volta", respondeu.


Nunca mais esqueci essa lição e, desde então, procuro monitorar indicadores que apontem para mudanças. Eles estão em todo lugar e as transformações que prenunciam se desenrolam lentamente diante de nós. Por isso, o mais importante é conseguir antecipá-las. Assim, quero partilhar alguns indicadores que apontam para uma mudança profunda no conceito de aposentadoria.


Estimativas do "Bureau of Labor Statistics" mostram que a força de trabalho civil norte-americana aumentará em 17 milhões de pessoas nos próximos anos, atingindo 158 milhões em 2010. Segundo o BLS, haverá 168 milhões postos de trabalho disponíveis e uma falta de dez milhões de trabalhadores para ocupar tais posições. Para especialistas, o problema será agravado pela falta de empregados com nível de escolaridade adequada.


A carência de capacitação já é uma realidade na indústria de manufatura de países desenvolvidos e deverá se espalhar por outros setores nos próximos 15 anos, na medida em que a geração pós-guerra continue se aposentando. Faltarão empregados bem-treinados para ocupar posições em áreas, como tecnologia da informação e energia, o que acirrará a competição global por profissionais da linha de frente.


Nos mercados emergentes são verificados elevados índices de rotatividade, acarretando custos salariais crescentes. Essa rotatividade se deve à falta de uma força de trabalho mais qualificada, fazendo com que os talentos disponíveis mudem de emprego com mais freqüência, tornando mais caras sua atração e retenção. O planejamento da força de trabalho passou a ser uma questão fundamental para o desenvolvimento dos negócios.


Assim, uma mudança profunda no conceito de aposentadoria está se avizinhando. O modelo atual está sendo colocado em cheque, já que as pessoas estão vivendo cada vez mais e com um vigor antes inexistente. A realidade econômica dos aposentados força-os a continuar trabalhando e, em muitos casos, eles mesmos não querem parar. Se juntarmos a isso a escassez de mão-de-obra qualificada, conseqüência da diminuição da força de trabalho e da falta de capacitação, conclui-se que a permanência dos trabalhadores nas empresas irá ao encontro de uma necessidade das próprias organizações.


Eis que começa surgir a aposentadoria "em fases". Mais do que permitir que o empregado deixe o trabalho ativo em etapas, enquanto mantém uma renda adequada, esse conceito deverá transformar o atual fim abrupto do trabalho. A aposentadoria passará a acontecer em fases ou indefinidamente, permitindo ao colaborador manter também, em muitos casos, a satisfação.


Pesquisas indicam que cerca de 2/3 dos trabalhadores com mais de 50 anos esperam escalonar a aposentadoria. Mostram, também, que os empregados respondem favoravelmente aos esquemas informais que estão precedendo a aposentadoria em fases como, horário flexível, divisão de trabalho e tele-trabalho. Mas infelizmente, ainda existe uma discrepância entre o que os empregados desejam e aquilo que as empresas permitem.


O conceito de aposentadoria em fases pode não servir para todas as empresas, já que as pressões por custo podem requerer redução da atual força de trabalho; a idéia pode não ser adequada à cultura da organização; a força de trabalho pode ser ainda jovem; e até por não haver necessidade financeira para o empregado continuar a trabalhar; entre outros.


Portanto, calma! A aposentadoria tradicional ainda não morreu, ao menos por enquanto. Mas, é bom ficar de olho nos indicadores. Afinal, você também não é sapo...


Abraço,
Eder

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Crise afeta nível de cobertura dos compromissos dos Fundos de Pensão Multipatrocinados nos EUA

De São Paulo, SP.

De acordo com o IFEBP – International Foundation of Employee Benefit Plans, quase três-quartos, mais presisamente 73% dos fundos de pensão multipatrocinados estavam em agosto /2009 com o nível de cobertura dos compromissos pelo respectivo patrimônio, inferior a 80%.

Esse resultado demonstra o “pedágio” cobrado no ano passado pela crise econômica, dos planos de aposentadoria, disse Julie Stich, Especialista Sênior em Pesquisa\Informação no IFEBP, baseado na cidade Americana de Brookfield - Wisconsin.

“Quase triplicou no ano passado a quantidade de planos reportando uma situação perigosa ou crítica”, informou a Srta. Stich em uma declaração à imprensa. “Agora esses plano precisam decidir entre tomar uma medida imediata para melhorar sua situação de equilíbrio ou solicitar (ao governo) o status de congelamento por um ano do nível de cobertura dos compromissos”.

O ”PPA - Pension Protection Act” de 2006 (similar à Lei Complementar 109/2001) requer que os planos multipatrocinados de benefícios definidos reportem anualmente ao governo o status de cobertura dos compromissos. Um plano é considerado “Seguro” se tiver patrimônio para cobrir pelo menos 80% dos compromissos. Planos com nível de cobertura inferior a 65% são considerados “críticos.” Planos cujo nível de cobertura situe-se entre esses dois extremos são considerados “ameaçados” ou “seriamente ameaçados”.

Em 2008, 75% dos planos que responderam à pesquisa reportaram que seus planos poderiam ser classificados como “seguros”, 14% estavam “ameaçados” ou “seriamente ameaçados” e 11% reportaram estar em situação “crítica”. Nesse ano de 2009, somente 27% reportou o status de “seguro”, enquanto 36% classificam-se como “ameaçados” ou “seriamente ameaçados,” e 37% encontram-se em situação “crítica”.

Sob as regras da lei americana de previdência complementar – PPA, planos classificados como “ameaçados” precisam apresentar um plano de melhoria gradual do nível de cobertura dos compromissos enquanto aqueles classificados como “críticos” precisam enviar imediatamente ao governo um programa de saneamento com contribuições extraordinárias. Como uma forma de dar alívio aos planos de benefícios definidos, foi aprovada uma regulamentação em 2008 (o “Worker, Retiree and Employer Recovery Act”) permitindo que as patrocinadoras congelassem temporariamente o nível de cobertura de seus planos.

Podemos tirar duas importantes lições para o sistema brasileiro de entidades fechadas de previdência complementar: (i) No momento em que as taxas de juros estão em um nível historicamente baixos e o Banco Central através do CMN – Conselho Monetário Nacional altera a regulamentação aqui no país para permitir maior apetite de risco pelos planos de benefícios (leia-se aumento dos investimentos em renda variável) devemos olhar para os sistemas mais desenvolvidos de previdência privada e perceber que na próxima crise global os fundos de pensão brasileiros não enfrentarão apenas uma “marolinha”; e (ii) Porque a SPC – Secretaria de Previdência Complementar não define regras quantitativas claras e simples como as aplicadas aos fundos de pensão nos EUA, para determinar o nível de cobertura das reservas e por conseguinte, o momento adequado de liquidar um fundo de pensão no Brasil?
Forte abraço,
Eder.

Fonte: BI-Alert

terça-feira, 29 de setembro de 2009

U.S. and Brazil search for the right risk balance in a global and interdependent economy

De Nova York, EUA.


A edição de setembro/2009 da Revista "Global View", publicada pela Buck Consultants, traz um artigo comparando a percepção de risco de empresas, empregados e governo nos EUA e no Brasil.

Foi escrito em co-autoria por mim e Albert R. Phelps, Jr.

O link para quem tiver interesse no texto completo, segue abaixo.


http://www.buckconsultants.com/buckconsultants/spanidNavKnowspan/Publications/GlobalViewregMagazine/2009/2009Q3English/tabid/430/Default.aspx

Abraço forte.

Eder.


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From New York, US.

The September/2009 edition of the "Global View" Magazine, published by Buck Consultants, brings an article comparing the perception of risk of companies, employees and government in the US and in Brazil.

Albert R. Phelps, Jr. and I are the co-authors of that analysis.

Below follows the link for those interested in the complete version.


http://www.buckconsultants.com/buckconsultants/spanidNavKnowspan/Publications/GlobalViewregMagazine/2009/2009Q3English/tabid/430/Default.aspx


Best regards,

Eder.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Converter férias não tiradas e horas extras em dinheiro para sua aposentadoria?

De São Paulo, SP

O Presidente Barack Obama anunciou uma série de iniciativas para promover a poupança voltada para aposentadoria, algumas das quais tem chamado a atenção de empregadores e de administradores de planos de previdência complementar.

A mais notável dessas medidas, anunciada no sábado passado (05/setembro) durante o programa semanal de radio do presidente, permitirá aos trabalhadores converter em dinheiro e creditar em seus planos de previdência complementar, os dias de férias não usados e suas eventuais horas extras.

As empresas e os especialistas em previdência complementar estão aplaudindo essa idéia, mas alguns críticos temem que a iniciativa não contribua para fazer com que os trabalhadores jovens poupem o suficiente para suas aposentadorias.

“Temos vários executivos seniores que acumulam um monte de períodos de ferias que nunca conseguem tirar”, disse Marta Willgoose, uma Gerente de RH da HOK – uma firma de arquitetura com 2.000 empregados. “Mas os trabalhadores jovens vão preferir tirar as férias”, completou.

No entanto, o fato dos empregados poderem receber um cheque pelas férias não tiradas, ao deixarem o emprego, depositando o valor em suas contas de aposentadoria, pode beneficiar, sim, os trabalhadores mais jovens, pensa John Kalamarides, Vice-Presidente Sênior de Soluções em Aposentadoria da Prudential Retirement, uma subsidiaria da Prudential Financial, baseada na cidade de Newark em New Jersey-EUA.

“Esse aspecto foi direcionado acertadamente aos empregados mais jovens que regularmente trocam muito mais de emprego”, ponderou o Sr. Kalamarides.

O objetivo das iniciativas do Presidente Obama é resolver a falta de cobertura suficiente de renda de aposentadoria que muitos americanos deverão enfrentar, particularmente depois da recessão global, segundo a fala do próprio Presidente.

“Ouvi muitas pessoas me dizerem que tiveram que usar sua economias voltadas para a aposentadoria ou mesmo voltar a trabalhar, para poder pagar suas contas” disse o Presidente. “… e ter pouca poupança não apenas deixa as pessoas pouco preparadas financeiramente para a aposentadoria, mas também para enfrentar qualquer imprevisto que a vida lhes traga. Coloca em risco muitos sonhos, como ter a casa própria ou cursar uma faculdade”.

Pois é caros leitores, enquanto os cidadãos brasileiros enfrentam a “marolinha” na base do salve-se quem puder, a sociedade americana sempre taxada de individualista, parece ter entendido bem a extensão da crise....

Não há de ser nada, vamos em frente.

Forte abraço
Eder.


Fonte: WorkForce Management – Jessica Marquez

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Autoconfissão nas Redes Sociais de Relacionamento da Internet e Ações Trabalhistas

De São Paulo, SP.

Investigadores estão buscando provas nos websites das redes sociais de relacionamento mais populares, como Facebook, MySpace e LinkedIn para ajudar as seguradoras e empresas a se defenderem de ações trabalhistas irregulares impetradas por empregados.

Alguns empregados supostamente inválidos para trabalhar colocam datas e locais de competições esportivas que estão disputando ou da performance de suas bandas de rock, incluindo fotos datadas de suas atividades físicas, dizem os investigadores.

Outros se gabam abertamente de estar enganando seus empregadores com ações por acidentes no trabalho ocorridas na “Segunda-feira de manhã”, quando se machucaram durante o fim de semana bem longe do local de trabalho.

Dados carregados nos sites de relacionamento social com informações pessoais auto-incriminadoras têm aumentado a eficiência das investigações e dos vídeos de segurança, usados por anos para gravar secretamente empregados supostamente inválidos, desempenhando atividades físicas fora do trabalho.

“É a nova filmadora” disse Pierre Khoury sobre os sites de relacionamento. Pierre é um investigador da seguradora Harleysville Group Inc da Pensilvânia- EUA, especializado em investigações trabalhistas. “Agora temos uma nova câmera de vídeo, mas não somos nós que estamos de fato filmando. Eles estão filmando para nós”, completou.

Os sites de relacionamento social estão aumentando a eficiência e reduzindo custos das investigações ao reduzirem o tempo gasto na busca de provas que contradigam os empregados, ao mostrá-los em atividades incompatíveis com suas reclamações trabalhistas por invalidez, disse Howard Schneider, Presidente da Schneider Associates, uma agência de investigação particular com sede em Thousand Oaks, Califórnia - EUA.

Para começar, os investigadores que não tenham uma fotografia ou endereço que o assegurem ter identificado corretamente o empregado que impetrou a ação trabalhista e que foram contratados para seguir, podem achar tais fotos e endereços através do MySpace, Facebook ou outros sites como o Twitter e “classmates.com”, informam os investigadores.

Então, há a lista das atividades físicas.

Em um caso recente envolvendo uma loja de departamentos da região de Los Angeles-EUA, uma vigilância tradicional da casa de um empregado que entrou com uma ação trabalhista contra seu empregador, alegando invalidez devido a problemas de coluna, mostrou-se infrutífera, disse o Sr. Schneider.

Então, os investigadores encontraram o site do reclamante no Facebook e descobriram que ele estava participando de um torneio de boliche e acharam a pista de boliche que ele freqüentava.

“Ficamos surpresos com a quantidade de informação que as pessoas fornecem”. Completou o Sr. Schneider.

Um investigador visitou a pista de boliche e se deparou com uma enorme faixa congratulando o empregado reclamante pelo seu jogo perfeito. Na faixa, havia inclusive a data do jogo, “Posterior a data em que foi impetrada a ação judicial”, disse o Sr. Schneider.

O investigador gravou a faixa em vídeo, como evidência. Depois, filmou o próprio empregado reclamante jogando um torneio de boliche. Para isso, o investigador se misturou entre os familiares e demais espectadores que estavam filmando suas famílias e amigos participando do torneio.

“Foi o caso mais fácil do qual jamais participamos” ponderou Mr. Schneider.

Em outro caso, um empregado que era instrutor de judô e que impetrou uma ação por invalidez total e permanente contra seu empregador, devido a problemas nas costas, colocou na web as datas e locais de suas próximas aulas de judô, disse Frank Pinder, Presidente da Unidade contra Fraude e Investigações Especiais da GlobalOptions Group Inc, uma firma de Orlando, Florida – EUA.

Um participante de rodeios colocou as datas de suas competições, “Temos um vídeo dele em cima de um touro selvagem quando ele deveria estar imóvel na cama”, disse o Sr. Pinder.

Há diversos casos em que o reclamante toca em uma banda de rock durante o tempo livre. Os empregados reclamantes informam as datas de suas apresentações e ainda colocam vídeos de seus shows onde aparecem em close tocando seus instrumentos, acrescentou o Sr. Pinder.

Os investigadores produzem provas para seguradoras, seus respectivos clientes e também, diretamente para empregadores que se auto-seguram, mas raramente sabem o resultado das ações judiciais, disse ele.

A maioria das evidências coletadas é usada para rejeitar as ações trabalhistas ao invés de gerar provas para processar o empregado por fraude, informaram diversas fontes. Não obstante, alguns casos são indicados para esse tipo de processo.

“Um monte de gente coloca coisas que não esperam que as seguradoras vão olhar”, disse o Sr. Pinder. “Sua genealogia, encontros, partidas de boliche, torneios de pesca, clubes de caça.. passatempos, organizações. Então você pode minerar as informações (contra) as ações trabalhistas que eles impetram”.

Como dizia minha avó, mentira tem perna curta. Se alguém quiser começar uma firma de investigações especial desse tipo, eu topo ser sócio. Detesto mentiroso!


Fonte primária: Business Insurance - Roberto Ceniceros

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Melhor Governança e Gestão de Riscos: Presidente Independente

De São Paulo, SP.


A AIG - American International Group Inc. alterou seu estatuto recentemente para tornar independente o Presidente do seu Conselho de Administração. Trata-se de um passo importante que muitas empresas de capital aberto deveriam dar para melhorar sua governança e gestão de riscos.

Durante os mais de 40 anos como uma empresa de capital aberto, o Presidente do Conselho e Presidente Executivo da AIG foram a mesma pessoa. Isso mudou em 2005, quando Maurice R. Greenberg se aposentou após 37 anos no cargo.

Por alguns meses, em meados de 2008, a presidência do conselho de administração foi ocupada novamente pelo Presidente Executivo, quando Robert Willumstad sucedeu Martin J. Sullivan.

Robert Willumstad deixou a AIG em setembro do ano passado quando a companhia estava em queda e foi salva pelo Departamento do Tesouro do governo Americano.

Há boas razões para as empresas terem um controle mais independente de seus Conselhos de Administração, pois ao procederem assim criam um melhor equilíbrio entre os acionistas e a alta direção da empresa.

As organizações que acompanham a estrutura de governança das empresas, como “The Corporate Library”, costumam classificar a composição dos conselhos das empresas de capital aberto. Aquelas com maior nota são, invariavelmente, as que possuem a maioria dos membros independentes em seus conselhos de administração e que separam os papéis de presidente do conselho do de presidente executivo.

Eu tenho defendido a adoção dessa prática também nos Conselhos Deliberativos dos Fundos de Pensão aqui no Brasil. Hoje existe um conflito de interesses nesses Conselhos porque há membros defendendo os interesses das empresas patrocinadoras, dos participantes ativos e dos assistidos.

Conselheiros independentes trariam um melhor equilíbrio para os fundos de pensão e serviriam como árbitros entre a eterna queda de braço travada por empresa e participantes. Os membros independentes dariam voz na defesa do interesse do próprio fundo de pensão.

Pensem nisso!

Forte abraço,
Eder

Fonte: Business Insurance – Regis Cossia (Risk Literacy)

domingo, 30 de agosto de 2009

Quais são os Principais Riscos de Negócios em uma Economia Global e Como se Preparar para Enfrentá-los?

De São Paulo, SP

Os riscos mudam rapidamente em uma economia global. As empresas precisam antecipar hoje os risco de amanhã. Mudanças climáticas, terrorismo, segurança energética, pandemias, os Conselhos de Administração precisam entender os riscos emergentes para dirigirem suas empresas com sucesso em direção ao futuro.

As implicações para os negócios, representadas pelos riscos emergentes foram mapeadas por uma pesquisa conduzida pelo Lloyds 360 Risk Insight. O título: “Pesquisa com os Lideres Globais de Negócios: Prioridades e Preparação contra Riscos”.

Os resultados e as implicações para os negócios são incríveis. Reproduzo a seguir as principais conclusões do estudo, para vocês que tem privilegiado a leitura do Blog do Eder.

Principais resultados:

* As empresas estão se retraindo e evitando assumir riscos, enquanto a crise econômica global continuar a atingi-las

Uma combinação sincronizada de queda global da economia com crise financeira têm causado impactos dramáticos na disposição das empresas em assumir riscos para crescer. Se por um lado, as empresas podem estar impedidas de implementar iniciativas estratégicas pela falta de crédito a custo razoável, por outro, a pesquisa indica que há uma aversão a atividades que possam diminuir as receitas no curto ou médio prazo. As regiões onde está havendo diminuição no apetite por risco são: Rússia, Europa Ocidental e América Latina.

* A economia está dominando hoje a agenda de gestão de riscos

Com tantas empresas ao redor do mundo preocupadas em sobreviver, é compreensível que a economia seja uma prioridade para os executivos seniores. Todas as dez prioridades globais na gestão de riscos estão direta ou indiretamente ligadas à economia. O custo e oferta de créditos estão no topo da lista, seguidos pela flutuação da moeda, risco de insolvência, perda de clientes, grande volatilidade no preço dos ativos, cancelamento de pedidos e o risco de uma regulamentação excessivamente restritiva. Todas essas preocupações podem ser atribuídas diretamente a crise econômica global. Passivos corporativos e risco de imagem, podemos dizer que estão ligados indiretamente à crise financeira. O risco de cancelamento de projetos está, na maioria dos casos, diretamente relacionado com a crise.

* As empresas se sentem pouco preparadas para lida com riscos exógenos

Os riscos identificados pela pesquisa podem ser divididos em duas categorias: “riscos internos”, que caem dentro dos muros da empresa e podem ser controlados pelos executivos e os “riscos exógenos”, relacionados a fatores externos sobre os quais os gerentes possuem controle indireto e limitado. O risco de reputação e o risco relacionado aos passivos corporativos são classificados como riscos internos, os quais a Diretoria pode mitigar usando apólices de seguro ou de alguma forma controlá-los. Outros riscos, como a insolvência de clientes ou o custo e disponibilidade de crédito podem ser chamados de riscos exógenos, porque não podem ser diretamente mitigados através de seguros ou decisões de gestão. Dadas as dificuldades de controle desses riscos, no entanto, as empresas precisam encontrar meios indiretos de gerenciar seu impacto, através de planejamento estratégico e operacional.

* Riscos ambientais e desastres naturais são vistos como baixa prioridade

O grau de importância com que os fatores macroeconômicos têm dominado a agenda de gestão de riscos levanta a questão sobre as empresas estarem menosprezando outros riscos vitais, como riscos ambientais, acidentes da natureza e riscos de saúde, enquanto se esforçam para navegar na crise econômica global. As empresas responderam que estão preparadas para gerenciar essas categorias de risco. Porém, a baixa prioridade que estão atribuindo ‘as mesmas sugere que podem estar emergindo lacunas na habilidade das empresas lidarem com alguns riscos catastróficos de baixa freqüência.

* Os executivos de todas as regiões atribuem a mesma prioridade quando se trata dos riscos ligados ‘a economia e estratégia de negócios, mas há grande divergência nas demais categorias de risco

Foram atribuídas prioridades semelhantes aos riscos econômicos, de regulação, de mercado e de gestão estratégica do negócio. No entanto, quando tratam dos riscos políticos, ambientais, de saúde ou de segurança e exposição ao crime, há grande divergência de prioridade dependendo da região.

* Os “ Top 10” riscos globais

1. Custo e oferta de crédito
2. Flutuação da moeda
3. Insolvência
4. Perda de clientes
5. Grande volatilidade no preço dos ativos
6. Cancelamento de pedidos
7. Regulamentação excessivamente restritiva
8. Passivo corporativo
9. Risco de imagem \ reputação
10. Cancelamento de projetos

É isso aí, espero que lhes seja útil.

Abraço
Eder.


Fonte: Lloyds 360 Risk Insight

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Prestadores de Serviço de Outsourcing de Olho na Compra da ExcellerateHRO

De São Paulo, SP.


Alguns prestadores de serviço de “Outsourcing” de Recursos Humanos (Terceirização) estão interessados em comprar a ExcellerateHRO da Hewlett-Packard, se a empresa estiver de fato à venda, dizem fontes com acesso a informações internas.


“Sabemos que algumas pessoas estão interessadas, mas não sabemos se alguma delas está conversando com a HP”, disse Lowell Williams, Diretor Executivo da “Equa Terra”, uma empresa de consultoria em tecnologia da informação e reorganização de processos de negócios baseada em Houston-Texas, nos EUA.


No início de junho passado, a HP comprou a participação residual da Towers Perrin na ExcellerateHRO, levando os especialistas do setor a especular se a companhia baseada em Palo Alto-Califórnia, nos EUA, estaria se preparando para vender o prestador de serviços terceirizados de recursos humanos. A HP comprou a EDS em maio, mas não mostrou nenhum interesse em turbinar os negócios de terceirização de serviços de RH.


“Estamos assumindo que a ExcellerateHRO morreu, considerando que nenhuma atenção lhe tem sido dada desde a aquisição da EDS”, declarou Stan Lepeak, Diretor Executivo de Pesquisa Global da EquaTerra. “Seja como for, eles não estão conseguindo muita tração no mercado e trazê-la de volta a vida demandará um investimento significativo”, completou.


Nos quatro anos desde que a ExcellerateHRO foi criada, apenas dois contratos foram fechados para terceirização completa de processos de RH (conhecidos em inglês pelo termo “end-to-end”) e alguns poucos negócios foram feitos na terceirização de benefícios, disseram os especialistas.


Ainda assim, a empresa pode ser uma boa aquisição para um prestador de serviços de RH que seja forte na área de administração terceirizada de benefícios, disse Lowell.


“A ExcellerateHRO tinha cerca de 10 a 15 contratos de administração de benefícios, portanto, se encaixariam perfeitamente em empresas grandes em benefícios, como a Hewitt Associates, ACS ou Fidelity”, declarou ele.


Para quem não sabe, a ACS – Affiliated Computer Services é a controladora da “Buck Consultants”, a sétima maior empresa de consultoria em RH do mundo.


O porta-voz da Hewitt não retornou as ligações. Fidelity e ACS declinaram de comentar a matéria, assim como a HP.


A ACS, em particular, pode ser um candidato natural para comprar a ExcellerateHRO porque nos últimos meses tem se dedicado a reestruturar seus negócios de Terceirização de Processos de RH, disse Phill Fersht, um analista da AMR Research. Em maio, a empresa, baseada em Dallas-Texas, nos EUA, lançou o “SynchHRO”, um serviço de terceirização de RH do tipo “self-service” (auto-atendimento) padronizado, cujo alvo é não apenas o mercado de empresas médias, mas também os grandes empregadores.


“A ACS parece estar apostando em terceirização de RH”, declarou Phill, da AMR Research.


Outros possíveis compradores são empresas indianas, prestadoras de serviços de terceirização de RH, como a “Infosys”, que estão procurando ganhar participação de mercado nos EUA, falou Stan. “Pode ser uma forma deles ganharem presença local em termos de presença e conexões na área de RH”, disse ele.


Seguimos acompanhando as notícias lá de fora, que certamente terão impacto no mercado Brasileiro, onde já estão presentes praticamente todos os atores mencionados, Hewitt, ACS, HP, Excellerate etc.


Forte Abraço,

00

\_/


Fonte: WorkForce Management – Jessica Marquez


terça-feira, 18 de agosto de 2009

Empresas no Canadá podem usar o superávit do plano de benefício definido para custear um plano de contribuição definida: Decide a Justiça

De São Paulo, SP.


Em um processo que atraiu a atenção, a Suprema Corte do Canadá decidiu por 5 votos a 2, na sexta-feira dia 14 de agosto de 2009, em favor da alteração feita no ano 2000 pela Kerry Inc., uma empresa de produtos alimentícios baseada na cidade de Woodstock, na província de Ontário – Canadá.

Manteve, assim, uma decisão de 2007 do Tribunal de Apelações de Ontário – Canadá que permitiu à empresa usar o superávit de um plano de benefício definido (BD) para custear um novo plano de contribuição definida (CD).

De acordo com os documentos do tribunal, a Kerry fechou seu plano BD no ano 2000, substituindo-o por um plano CD. O plano BD apresentava um superávit atuarial, em outras palavras, tinha um patrimônio maior do que seus compromissos.

A Kerry suspendeu, então, suas contribuições para o plano BD amparada pela decisão do Tribunal de Apelações e usou US$ 850 mil do superávit para implantar um novo plano CD.

Os representantes dos empregados e os responsáveis pela administração do plano BD entraram na justiça para impedir que aqueles recursos (superávit) fossem convertidos no plano CD.

No entanto, o Tribunal de Apelações de Ontário decidiu que uma empresa pode, sim, suspender suas contribuições e retirar dinheiro do plano, desde que o regulamento do plano assim o permita.

“Nesse caso, decido em favor da Kerry que pode se abster de fazer contribuições ao plano BD e suspender o seu custeio”, escreveu o Juiz Marshall Rothstein na sentença majoritariamente favorável da corte. “Não há razão para penalizá-la reduzindo-se o superávit do plano BD e por conseqüência diminuindo sua oportunidade de suspender as contribuições”

O Juiz Louis LeBel, argumentando em contrário, disse que permitir o uso do superávit para custear o plano CD, “quebra esse cuidadoso” equilíbrio entre incentivar as empresas a criarem planos de previdência complementar e a necessidade de se proteger os direitos dos participantes desses planos.

“O uso do superávit para permitir a suspensão das contribuições em benefício do plano CD, viola dispositivos específicos do regulamento do plano na medida em que beneficia a todos, menos os participantes do plano BD”, escreveu o Juiz LeBel em seu voto contrário.

Como podemos perceber, não fica circunscrita ao Brasil a discussão dos direitos e destinos do superávit dos planos de previdência complementar administrados pelos Fundos de Pensão.

Nesse particular temos que deixar registrado um enorme elogio ao posicionamento da Secretaria de Previdência Complementar – Ministério da Previdência Social. Foi graças a ação rápida do governo, que os fundos de pensão e suas patrocinadoras no Brasil passaram a ter regras rígidas de acesso ao superávit dos planos BD.

Não houvera isso acontecido antes da crise econômica global, muitas patrocinadoras estariam boquiabertas hoje ao constatar que o superávit de antes da crise deu lugar, em muitos casos, a um déficit atuarial pós-crise.

Grande abraço,

Eder

Fonte: WorkForce Management – Jeff Casale

Obama diz que as seguradoras de saúde estão fazendo os EUA de reféns

De São Paulo, SP


O Presidente Barack Obama, está pressionando as seguradoras nos EUA a aceitarem sua proposta de reforma do sistema de saúde. Na sexta-feira, 14 de agosto, durante uma viagem a Montana ele declarou que o país estava sendo feito “refém” pelas seguradoras, que se negam a dar cobertura de saúde para as pessoas doentes.

A reforma do sistema de saúde é uma das prioridades do Governo Obama, cujo objetivo é acabar com a prática das seguradoras de saúde que encerram o contrato dos clientes que se tornam doentes ou forçam os pacientes a assumir custos impagáveis.

"Isso está errado. Está levando famílias a falência. Está acabando com empresas. Vamos consertar isso quando aprovarmos a reforma do sistema de saúde nesse ano", disse o Presidente Obama.

A reforma terá um custo de US$ 1 trilhão, mas os benefícios para a população, segundo o governo, incluem a expansão da cobertura de saúde e a diminuição do custo para os consumidores.

O Presidente Obama está enfrentando severas críticas e grande oposição dos Republicanos que o acusam de querer controlar as seguradoras de saúde. Os oposicionistas se apóiam em pesquisas que mostram preocupação com o gigante déficit orçamentário americano. Baseados nos números das pesquisas, os Republicanos alegam que a reforma será um erro pelo qual se pagará caro, especialmente no momento e que o país tenta emergir da pior crise financeira desde a grande depressão de 1929.

Os cidadãos tem questionado os legisladores de forma emocional e às vezes até hostil em sessões de audiência pública.

"Espero que ao responder às preocupações ele consiga mudar as idéias" disse na sexta o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs.

As pessoas estão preocupadas com diversos aspectos: primeiro o custo e número dois, eles não terão livre escolha", declarou o Presidente do Partido Republicano de Montana, Will Deschamps, em entrevista por telefone à Reuters. “Esta coisa está afundando como uma pedra no vapor”, complementou ele sobre o plano de reforma.

Manifestantes tem interrompido aos gritos recentes audiências sobre o sistema de saúde, organizadas por membros do Partido Democrata no Congresso. Eles capturaram a atenção da mídia e lançaram sombras sobre o debate em torno dos complexos detalhes da reforma.

"As pessoas que fazem mais barulho atraem mais atenção da imprensa", disse David O'Connor, 63, um Democrata que participou do evento de Montana. "Eu acho definitivamente que precisamos de algum tipo de reforma do sistema de saúde", concluiu.

Estamos vendo os EUA tentando resolver aquele que será um dos grandes problemas que as sociedades mundo afora enfrentarão nesse século: a cobertura de assistência médica para a população.

O debate aqui no Brasil ainda nem começou, mas não tardará. Tenho trabalhado junto com algumas empresas na busca de uma solução viável, que permita ao aposentado não apenas ter recursos para pagar as despesas médicas na fase de aposentadoria, mas principalmente, ter algum plano de saúde que se disponha a lhe dar cobertura.

Grande abraço,

Eder.

Fonte: Reuters

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