segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Série Neurociência & Previdência – Dez palavras, pequenas surpresas, grande diferença!


De São Paulo, SP.

Quanto custa para fazer você ficar feliz? Não muito! De acordo com um estudo feito pelo Psicólogo e Prof. Dr. Norbert Schwarz, do "Instituto de Pesquisas Sociais" da Michigan University, 20 centavos são suficientes.

Ele e seus assistentes, em uma universidade alemã, colocaram repetidamente uma moeda de R$ 0,20 (cerca de 10 cents, na moeda norte-americana) perto de uma máquina de fazer cópias em papel, onde sabiam que seria facilmente encontrada.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

O que Maquiavel queria dizer, vale também para os planos de previdência complementar?

De São Paulo, SP.

As palavras de Nicolau Maquiavel são tão profundas, que transcendem cenários, disciplinas e a própria passagem do tempo!

“... no começo é fácil de curar, mas difícil de diagnosticar; depois de um tempo, não tendo sido detectado e tratado logo no início, se torna fácil de diagnosticar, mas impossível de curar” (Niccolò Macchiavelli)

Essa afirmação poderia ser atribuída a um respeitado economista falando sobre a recente crise de crédito bancário global, ou a um experiente político comentando a situação nos países entre o Norte da África e o Oriente Médio.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Série Neurociência & Previdência – Histórias, letras e divulgação eficaz de planos


De São Paulo, SP.

Nosso cérebro adora histórias. Existem evidências biométricas provando o que os melhores palestrantes talvez já saibam: contar uma história captura a atenção da platéia.

Durante um congresso sobre propaganda nos EUA, uma parte da platéia foi atada a cintos especiais, em volta dos quadris, que permitiam o monitoramento em tempo real de múltiplas variáveis biométricas.

Os dados obtidos pela Innerscope Research foram usados para estimar o grau de atenção da platéia durante as apresentações feitas nas diversas sessões do evento. O resultado mostrou que os palestrantes que mais atrairam a atenção foram aqueles que CONTARAM UMA HISTÓRIA.

De acordo com o Dr. Carl Marci – CEO e Cientista Chefe da Innerscope Research “Grandes histórias, bem contadas, videos atraentes e mensagens simples que ensinam e transmitem alguma lição para as pessoas, consistentemente prenderam a atenção e aumentaram o nível emocional da platéia durante as apresentações”.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Governança evita crise global, crise local, crise moral. Faça um check-up da governança do seu fundo de pensão!

De São Paulo, SP.

Fundos de pensão deveriam ser consideradas organizações que gerenciam riscos de investimentos para fazer face a determinados compromissos.

Assim como todas as demais organizações, deveriam ser avaliados financeiramente por critérios que existem há décadas.

Encaremos a realidade, assim como as instituições financeiras, os planos de previdência nunca foram 100% seguros e nunca o serão.

Exemplos recentes? Banco PanAmericano, Banco Santos, Aerus (fundo de pensão da Varig). Exemplos não tão recentes? Banco Econômico, Banco Bamerindus,  Fundação Avelino Vieira (descredenciada para operar como entidade fechada de previdência, nos anos 90).

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Série Neurociência & Previdência – Tato, decisões e aumento de contribuições

De São Paulo, SP.

Ao segurar um objeto, você pode pensar que o está manipulando, mas de certa maneira, ele também está manipulando você.

Através de uma série de seis experimentos em psicologia, Joshua Ackerman do MIT - Massachusetts Institute of Technology, mostrou que as propriedades que percebemos através do tato – como textura, peso e rigidez – podem influenciar a maneira como pensamos.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

VGBL Saúde - Solução real para a saúde na aposentadoria, pato manco ou só um plano de previdência complementar travestido?



De São Paulo, SP.

De acordo com a mídia, representantes das seguradoras que comercializam planos de previdência privada e planos de saúde suplementar, representados institucionalmente pela FenaPrevi e FenaSaúde, estão fazendo ingerências junto aos órgãos do governo para aprovação do chamado “VGBL Saúde”.

O “VGBL Saúde” está sendo concebido como um plano de previdência complementar para acumulação de poupança a ser usada no futuro, durante a fase de aposentadoria, especificamente com gastos em saúde.

Para torná-lo mais atrativo, os resgates desses recursos - hoje sujeitos ao imposto de renda a uma alíquota mínima de 10% e máxima de 27,5% - seriam totalmente isentos de tributação.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Série Neurociência & Previdência – A força da comparação e os desenhos dos planos de previdência



De São Paulo, SP.


“Como não temos a habilidade inata de julgar o valor das coisas isoladamente, determinamos valores comparando e contrastando uma coisa com outra”


Se há algo que afeta de forma significativa a habilidade dos seres humanos fazerem escolhas eficazes, esse algo é o conceito de “relatividade”.

As pessoas atribuem valor à determinada coisa isolada – qualquer coisa – comparando-a com outras. Não julgamos ou tomamos decisões no vácuo, fazemos isso por comparação e contraste com as opções disponíveis.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

A Tabela Periódica dos Investimentos - Brasil 2011


De São Paulo, SP.

É muito comum um participante aderir a um plano de previdência do tipo multiportfólio - com várias alternativas de fundos de investimento - mas, não indicar em qual das opções deseja alocar suas contribuições.

Quando isso ocorre nos planos corporativos, as contribuções acabam sendo creditadas na alternativa default (padrão) oferecida pelo plano.

Na esmagadora maioria dos planos implantados aqui no Brasil, a alternativa default é aquela mais conservadora de todas (100% em renda fixa, não raro em títulos públicos).

Ocorre, nos planos que tem regras assim, que os participantes acabam sendo privados dos maiores retornos entregues por outras alternativas de investimentos, normalmente presentes nos planos de previdência complementar, como fundos com alocação em renda variável, por exemplo.

Cientes disso, já há muito tempo, os planos corporativos nos EUA passaram a incluir os fundos do tipo " life-cicle" como alternativa default.

Um fundo "life-cicle" ou ciclo de vida, em Português, nada mais é do que um fundo no qual a alocação dos investimentos é direta e automaticamente atrelada a faixa etária do participante.

Quanto mais jovem for o participante, maior será a alocação de suas contribuições em renda variável.

Na medida em que envelhecer, essa alocação vai diminuindo enquanto aumenta a parte investida em renda fixa. Somente próximo à aposentadoria é que são alocados 100% dos recursos em renda fixa. Tudo feito automaticamente, sem que o participante precise intervir.

É uma forma inteligente de dar uma ajudazinha ao participante que nada escolhe ao aderir ao plano, reconhecendo que a inércia e procrastinação são características do comportamento humano.

A Tabela Periódica dos Investimentos acima, mostra o retorno dos investimentos obtidos por diversas classes de ativos, ao longo dos últimos 16 anos.

O objetivo é mostrar que se a diversificação traz benefícios para os investidores, com menores riscos no longo prazo, então melhor seria que os participantes de planos de aposentadoria distribuissem suas contribuições dentre os diversos fundos de investimentos diferentes.

Se possível, deveriam inclusive ter vários planos de previdência complementar diferentes, ao invés de concentrar suas contribuições em apenas um plano.

Claro que há fatores a serem considerados nesse processo. A idade do participante é um deles. Predisposição ao risco é outro. Não obstante, a diversificação é pouco entendida pelos participantes e menos ainda considerada em suas decisões de investimentos.

Quem se interessar pela análise completa que acompanha a Tabela Periódica dos Investimentos, pode acessar o texto integral através do link a seguir.

Tabela Peíódica dos Investimentos - Brasil 2011

Para aqueles que quiserem reproduzir, mencionar ou fazer referência a essa tabela, peço apenas que não deixem de citar a fonte (NKL2) dando-lhe o devido crédito.

Abraço,
Eder.

Fonte: Artigo produzido por Eder C. da Costa e Silva.
Crédito de imagem: Eder C. da Costa e Silva

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Série Neurociência & Previdência – A força da reciprocidade e o processo de adesão


De São Paulo, SP.

Você já recebeu pelo correio uma medalhina religiosa? Ou cartões de natal com desenhos de crianças órfãs? Ou “presentes” similares que você nunca pediu, acompanhados de um envelope com porte pago e um boleto em branco pedindo uma doação? Diante da impossibilidade de devolver o mimo não solicitado, você se sentiu na obrigação de doar algo?

Já provou um pedaço de linguiça, presunto, queijo ou outro quitute qualquer oferecido por aquelas moças no supermercado e se sentiu forçado a comprar um pacote depois da explicação do lançamento do novo produto?
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